quarta-feira, julho 05, 2006

A minha cidade










Algumas fotos


Aqui está o Tio.
Adolf Hitler,der fuhrer!Ao seu lado está
Benito Mussolini!!!





















O Senhor professor Oliveira Salazar!!!









Joseph Goebbels,ministro da propaganda de Hitler,grande orador.
Admiravel,como patriota,amigo atá ao fim do fuhrer.




Bem bonita e elegante que era a tia Eva,a fiel companheira do fuhrer!
Aqui destaca-se a beleza da raça branca e pura.










Hino da Mocidade Portuguesa:

Lá vamos, cantando e rindo

Levados, levados, simPela voz de som tremendodas tubas, — clamor sem fim

Lá vamos, (que o sonho é lindo!)

Torres e torres erguendo,Rasgões, clareiras, abrindo!
— Alva da Luz imortal,Roxas névoas despedaça

Doira o céu de Portugal!
Querer! Querer!

E lá vamos

Tronco em flor, estende os ramos

À mocidade que passa
Cale-se a voz que, turbada,

Já de si mesma se espanta;

Cesse dos ventos a insânia,

Ante a clara madrugada,

Em nossas almas nascida:

E, por nós, oh Lusitânia,—

Corpo de Amor, terra santa —

Pátria! serás celebrada;

E por nós serás erguida;Erguida ao alto da Vida
Querer é a nossa divisa;

Querer, — palavra que vemdas mais profundas raízes:

Deslumbra a sombra indecisa

Transcende as nuvens de além...

Querer, — palavra da GraçaGrito das almas felizes
Querer! Querer! E lá vamos

Tronco em flor estende os ramos

À Mocidade que passa.









sexta-feira, junho 30, 2006

Sons agradaveis e outros afins

Aqui fica algumas musicas:


http://www.newclearhorizon.com/Aryanne.MP3
http://www.newclearhorizon.com/Wir%20sind%20wieder%20da!.MP3
http://www.youtube.com/watch?v=I0co-y2gER8
http://www.youtube.com/watch?v=nNgdiEP4s2c&search=death%20in%20june

http://www.adl.org/hate_symbols/default_graphics.asp
http://www.youtube.com/watch?v=3cDrd8Ha07A&search=white%20pride
http://www.youtube.com/v/-7fU3iTk9gA
http://www.youtube.com/v/eE6RbT3-YUU
http://www.youtube.com/v/-uOF08l7jzU
http://www.youtube.com/watch?v=zgvbIi75sKk
http://www.youtube.com/watch?v=cOzUlcoahOA
http://www.celtiberos.org//mp3/432.mp3

http://www.youtube.com/watch?v=K9AOZauLwps
http://www.nacionalistas.tk/

http://www.hedning.no/humor/flash/jesusfinal.swf
http://www.yikers.com/video_hispanic_vs_black_fight.html
http://www.metacafe.com/watch/88496/racist_on_camera/
http://youtube.com/watch?v=uHUM8AwxInk
http://www.youtube.com/watch?v=Y-MVBYa0wCI&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eforumnacional%2Enet%2Fshowthread%2Ephp%3Ft%3D11578#

A origem da cruz suastica(ou cruz gamada)


A Origem da Cruz Suástica A Bandeira do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães
Por Elísio Gomes Filho
A suástica ou cruz gamada como também é conhecida é um dos símbolos místicos mais difundidos e antigos do mundo. É encontrado do extremo Oriente à América Central, passando pela Mongólia, pela Índia e pelo norte da Europa. Foi conhecido dos celtas, dos etruscos, da Grécia antiga. Alguns quiserem remontá-lo aos atlantes, o que é uma maneira de indicar sua remota antiguidade. Qualquer que seja sua complexidade simbólica, a suástica, por seu próprio grafismo, indica manifestamente um movimento de rotação em torno do centro, imóvel, que pode ser o ego ou o pólo. É, portanto, símbolo de ação, de manifestação, de ciclo e de perpétua regeneração.
A difusão, a antiguidade e as diferentes suásticas
A suástica é encontrada, dos índios Hopi, aos Astecas, Celtas, Budistas, Gregos, Hindus, etc. As suásticas Budista e Hopi parecem reflexos no espelho do símbolo nazista. Alguns autores acreditam que a suástica tem um valor especial para ser encontrada em muitas culturas sem contatos umas com as outras. Os símbolos a que chamamos suástica são muitas vezes bastante distintos. Vários desenhos de suásticas usam figuras com três linhas. Outras chamadas suásticas consistem de cruzes com linhas curvas. Os símbolos islâmicos e malteses parecem mais hélices do que suásticas. A chamada suástica celta dificilmente se assemelha a uma, mas seria uma forma secundária, como tais são outras.
A simbologia da suástica, em todos os casos totalizante, é encontrada na China, onde a suástica é o sinal do número dez mil, quer é a totalidade dos seres e da manifestação. É também a forma primitiva do caráter fang, que indica as quatro direções do espaço. Também poderia ter uma relação com a disposição dos números do Lo-chu, que, em qualquer caso, evoca o movimento do giro cíclico. Considerando-se sua acepção espiritual, a suástica às vezes simplesmente substitui a roda na iconografia hindu, por exemplo, como emblema dos nagas. Mas é também o emblema de Ganeça, divindade do conhecimento e, às vezes, manifestação do princípio supremo. Os maçons obedecem estritamente o simbolismo cosmográfico, considerando o centro da suástica como a estrela polar e as quatro gamas que a constituem como as quatro posições cardeais da Ursa Maior. Há ainda formas secundárias da suástica, como a forma com os braços curvos, utilizada no País Basco, que evoca com especial nitidez a figura da aspiral dupla. Como também a da suástica clavígera, cujas hastes constituem-se de uma chave: é uma expressão muito completa do simbolismo das chaves, o eixo vertical correspondendo à função sacerdotal aos solstícios, o eixo horizontal, à função real e aos equinócios (CHAE, CHOO, DANA, GRAP, GUEM, GUEC, GUET, GUES, VARG).
Meín Kampf
Muito se especula sobre a origem da suástica como símbolo distintivo do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores. Contudo, é o próprio livro de Hitler, Meín Kampf, que explica a escolha da cruz gamada.
Foi por volta de 1920 que a liderança do então pequeno Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães via crescer as fileiras de adeptos e carecia, portanto, de se ter uma bandeira ou um símbolo para os seus partidários. Consciente desta necessidade, Adolf Hitler explica em seu livro Meín Kampf, como adotou a cruz gamada. Numa edição espanhola de 1937, no capítulo VII, páginas 260 e 261 ele comenta sobre a questão de “nossa bandeira” com seu aspecto, que veio preocupar os nazistas intensamente. Escreve Hitler que de todos os lados, se recebia sugestões “bem intencionadas”, porém “carente de valor prático”. De sua parte, Hitler, pronunciou a favor da conservação das antigas cores da bandeira imperial alemã, em parte por seu efeito estético e que melhor que qualquer outra combinação, harmonizava com seu “próprio modo de sentir”. Ele mesmo, depois de inumeráveis ensaios logrou definir uma forma definitiva, ou seja: sobre um fundo vermelho, um disco branco e no centro, a cruz gamada em negro. “Igualmente, depois de largas experiências, pude encontrar a forma e o tamanho da suástica”. Sobre o seu significado, Hitler escreve: “Como nacional-socialistas vemos em nossa bandeira nosso programa. No Vermelho, a idéia social do movimento; no Branco, a idéia nacionalista e na Suástica, a missão de lutar pela vitória do homem ariano, e ao mesmo tempo pelo triunfo da idéia do trabalho produtivo, idéia que é e será sempre antisemita”. Assim, na localidade de Tegernsee, no verão de 1920, se empunhou pela primeira vez, a bandeira do jovem movimento que iria mudar a história da humanidade. Tal símbolo em sentido horário, usado como emblema do partido nazista e do estado alemão sob o III Reich, fora adotado oficialmente em 1935.
Mas registra-se que em fins da primeira década do século XX, os alemães já usavam a bandeira da suástica como distintivo político, através dos ex-combatentes do corpo de voluntários, o Freikorps. Também o “Grupo Thule” organizado pelo barão Rudolf von Sebonttendorff, utilizava como emblema a cruz gamada, baseando-se nos estudos de Adolf-Josef Lang. No emblema da Thule - sociedade secreta, com vistas a perpetuar ensinamentos esotéricos provenientes das velhas tradições germânicas pagãs - pode-se observar além do ano de 1919, como data de fundação daquela sociedade, a espada de santa Vehme no meio de um ramo duplo de carvalho, na frente de uma suástica, resplandecendo num turbilhão.
Aqui fica um pequeno esclarecimento da origem da mediática,e emblemática cruz suastica,retirei via internet,yahoo este texto,mas devido a não ter interesse na opinião do escritor sobre a suastica e o Fuhrer,só trancrevi a origem da suastica.

sexta-feira, junho 23, 2006

As (amplas) liberdades do sistema
(excertos das palavras proferidas pelo Professor António José de Brito no Porto no passado dia 28 de Maio - in O DIABO de 20/06/06)
« /.../
Éramos uma nação e passamos a ser um canapé anárquico da Europa. Diz-se que, em troca, ganhámos imensas coisas preciosas. E começam a enumerá-las. Temos liberdade de opinião. Mas que é uma opinião? O ilustre pensador Jean-Paul Sartre abriu, brilhantemente, o caminho explicando que o anti-semitismo não era uma opinião. E, hoje em dia, não é uma opinião o fascismo, o princípio do chefe não é uma opinião, o colonialismo não é uma opinião, o fundamentalismo não é uma opinião e o velho aforismo «o interesse geral está acima do interesse particular» não é uma opinião. Na Austria alemã, esse modelo de liberalismo, um partidozinho foi logo proíbido porque proclamava «Gemeinutz von Eigenutz». Isso foi considerado filo-nazismo que, pelos vistos, também não é uma opinião. E assim sucessivamente. A liberdade de opinião é a liberdade de ter a opinião deles, a que desgoverna o mundo. As outras opiniões...não são opiniões !
Acrescenta-se que não há felizmente partido único. Pois não. Procurem, todavia, criar um partido contra o Sistema e vejam onde vão parar.
Há uma lei, brilhante e sábia que proíbe a formação de partidos fascistas, com uma noção de fascismo tão ampla que abrange o simples corporativismo. O pobre Leão XIII ver-se-ia em bolandas nestes deliciosos tempos!
Mas não possuímos vários partidos? Oh, decerto com tantas diferenças que são todos pela constituição, só pela constituição e apenas pela constituição. Divergem, como se sabe, em decidir, v.g., se para ser proprietário de uma farmácia basta o dinheirinho ou é preciso um diploma. Questão vital, consoante bem se percebe. Aliás, não há um só que não seja abrilista, comportando-se todos como secções de um partido único.
Brada-se que acabaram os dogmatismos próprios da outra senhora. Optimo, diremos. Possuímos, então, a liberdade de ser contra a liberdade. Mas, logo se ouve uma voz severa esclarecer: não, meus caros, não há liberdade contra a liberdade.
Com o que a liberdade passa a ser obrigatória: e se é obrigatória não é liberdade. Surge, assim, um novo dogmatismo e o mais absurdo - o dogmatismo da liberdade.
E que dizer da democracia que as massas amorfas e as elites refinadas idolatram com êxtase? Não é um outro dogmatismo e, honra lhe seja, bem falaccioso? Se numa clássica definição, representa o governo do povo pelo povo, afinal o povo é governado e governante ao mesmo tempo? Isto é, ao fim e ao cabo, não há governantes. E não exager, porque um dos grandes teóricos da democracia, Hans Kelsen, ensinava que só por a anaquia ser práticamente impossível se optava pela democracia! E um filósofo, que nada tinha de reaccionário, Augusto Comte, exclamava (salvo erro) «toda a escolha dos superiores pelos inferiores é profundamente anárquica».
Um último dogma, porém, esse de índole muito especial acaba de surgir - é o holocausto. O holocausto apresenta-se como um facto histórico. Os anti-dogmáticos afirmam com ar grave que a hist´ria alemã está sempre sujeita a revisão, a alterações, a novas descobertas e assim por diante. Tente-se, contudo, exercer a crítica sobre o holocausto, apontar aspectos que se assemelham estranhos ou discutíveis. Caem o Carmo e a Trindade, chovem as demissões, as multas, as penas de prisão, sem falar nas injúrias e calúnias, o que é o menos. Até neste canapé anárquico se ergueram os brados de protesto face a declarações do presidente do Irão sobre o holocausto.
Até S.Marcelo dos domingos, esquecendo a sua habitual prudência, lá pareceu a sagrar o holocausto qual verdade histórica, esquecendo-se que há centenas de anos as cortes de Lamego, igualmente eram uma verdade histórica. Enfim, uma festa!
Talvez, or acaso, na citada Áustria, nessa altura, estava a ser julgado David Irving por negacionismo. Ignoro o que se passou realmente no julgamento e se, como pretenderam as notícias televisivas, ele se penetenciou das suas dúvidas. O que vi foi um belo ar de satisfação por parte do locutor da televisão do Estado e ouvi-lhe, mais ou menos, as palavras «de nada lhe valeu ter mudado de opinião». A inquisição ainda admitia o arrependimento. Os nossos anti-fascistas são mais restritos. O ter passado pelo cérebro de alguém uma vacilação, depois abandonada, sobre o holocausto já é delito. Isto anuncia brilhantes amanhãs que cantam!
Um personagem que pretende ser das mais altas autoridades espirituais do mundo anda em peregrinação pela terra. Foi visitar o túmulo de S. Luís que morreu em cruzada contra os infiéis ? Nem por sombras, que as cruzadas suscitaram pedidos de desculpa por parte do seu glorioso antecessor! Ele marchou para o lugar que é símbolo da nova crença - Auschwitz. Nem o fez hesitar que, em Nuremberga, um dos chefes do campo tivesse falado em três milhões de mortos (o outro faleceu na prisão com um conveniente ataque cardíaco antes de ser julgado na R.F.A.) e o número ter, agora, baixado de cerca de metade. Tão estranha diminuição não o perturbou. E seguiu impávido na sua rota!
É de origem alemã tal pretensa autoridade espiritual. Isto leva-nos a lembrar que a Alemanha deu espectáculos de inultrapassado heroísmo durante a guerra, heroísmo que me faz sentir bem pequenino e de que guardo reverente no coração como modelo para qualquer homem digno. Quanto a grande número dos alemães de hoje, nem quero falar. Procuremos, além das ruínas desta ex-nação, construir o Quinto Império em que reine o princípio - o bem comum esteja acima do bem particular, vigorem a ordem, a hierarquia, a disciplina e seja um só a mandar, porque, como diz Homero pela boca de Ulisses, « o comando de vários não é bom, haja um chefe único».
Viva o Fascismo!
António José de Brito »

(descaradamente roubado do blog corserpentis88.blogspot.com)


A vitória será nossa!!!

Por mais que critiquem,por mais perseguições que no façam, nós nacionalistas aqui estaremos de pé,de cabeça erguida,marchando para a vitória,pode não se hoje,pode não ser agora,eu até poderei não vislumbrar a nossa vitória,mas acredito que ela será real,para isso temos que lutar,podemos sentirmo-nos cansados,o desânimo por vezes bater a nossa porta,mas nunca podemos desistir,a luta tem de continuar,a vitória será nossa.
Muitas lutas se podem perder,mas a batalha será ganha.
Tem que exister,preserverança,fé no nosso país e nossos nacionalistas.
Acredito nisto,acredito em Portugal e nos portugueses de verdade,pode parecer utopico,mas venceremos!!!
Por vezes acredito que teremos de sair a rua e lutar,sujar as mãos,mas,as guerras são assim,nunca deveremos abaixar os braços.
cabeça erguida,olhos postos no céu e braço estendido e gritar alto e em plenos pulmões o orgulho nacional.
Portugal é nosso!!
Chega de viver de cabeça baixa é altura de gritar,e lutar pelo que é nosso.
Para a frente é que está a vitória,para a frente é que a saída para as maleitas dos problemas do nosso país,chega de recuar,e de deixar para amanhã o que sepode fazer hoje,temos que sair a rua e libertar o nosso país,o nosso povo desta opressão,destes insectos, que assolam a nossa sociedade,a nossa cultura,temos que correr com eles antes que eles corram dconnosco e destruam a nossa digniddade,a nossa nação,a nossa raça,o nosso amado Portugal!!!
Nós triunfaremos,nós triunfaremos!!!

sexta-feira, junho 16, 2006

Parada Gay-24 de Junho

Dia 24 deste mês vai ficar marcado por mais um dia vergonhoso,irá efectuar-se uma parada gay,marcada para as 18h00,na baixa Pombalina.
mais um dia negro para o nosso país,em que pelas ruas da nossa capital veremos desfilar essas aberrações que se dizem,normais e iguais,e assim sendo com direitos iguais aos nossos,pessoas sexualmente correctas.
Lá teremos de levar com o maldito lobby gay pela cara,e vai sere vê-los todos "Gays" a desfilarem,alegremente,tal papoilas a esvoaçar aos ventos.
Só de imaginar,sinto vontade de vomitar.
Claro que não podemos esquecer,de certeza do apoio incondicional que as bichas doidas terão,do Bloco de Esquerda e companhia lda.
Será mais um dia que esta escória,irá enxuvalhar e humilhar o bom nome das familias portuguesas.
Para mim como mãe,filha e esposa acho vergonhoso e nojento tamanha falta de pudor e decência,para mim será mais um dia de luto e de vergonha.

quarta-feira, junho 14, 2006

Gays na BD

Depois de dois paneleiros(desculpem a expressão),dois gays,no cinema,no papel de dois cowboys que se apaixonam,chegou a vez do lobby gay contra-atacar desta feita nada mais nada menos que na banda desenhada,a primeira vitima é nada mais nada menos do que a tão famosa,batwoman,considerada um sex-simbol,ve-se agora tornada num vip,que de noite é uma lésbica que frequenta a sociedade elitista e de madrugada combate o crime.
Situação que já fez levantar uma enorme polémica,devido ao que isso acarretará,o que se segue?
Para não falar de outros contos que defendem a homossexualidade,entre eles dois principes que se apaixonam,dois pinguins machos que chocam um ovo,um casamento lésbico...enfim é um escândalo.
Já imagino o que se segue Batman e Robin,a terem torridas noites de sexo no batmobil,enquanto esperam se chamados para salvar os pobres e necessitados.
A branca de neve a ser despertada do seu sono eterno por outra princesa,em vez do jovem principe no seu cavalo branco.
É o descalabro total,acabou-se de vez o pudor,a moral e existe uma deformação do carecter que não trará boas consequências.
A outrora minoria,dentro pouco tempo passará a maioria e a ser vista como exemplo a seguir,e os casais verdadeiramente normais e correctos serão olhados com desdem e até perseguidos,por esta escumalha de porcos e porcas.
Será o revesso da medalha,senão existir um travão para impedir esta pouca vergonha,esta imundice que só irá confundir as mentes das nossa pobres crianças.
Chega de paneleirices!!!
Contra o lobby gay lutar,lutar até ao fim,sem nunca os braços abaixar!!!

terça-feira, junho 13, 2006

Censura...e usurpação

Segunda-feira, Junho 12, 2006

BLOG ORDEM NEGRA USURPADO

ordemnegra
About MeName:ordemnegraView my complete profilePrevious Postsrating insurance companiesArchivesMay 2006..........Friday, May 19, 2006rating insurance companiesrating insurance companiesmedical insurance for visitor to canadacalifornia vision insurancege mortgage insurance underwritignstate farm disability insuranceflood insurance floridamodified automobile insurance canadafree insurance quote car save big ukliability insurance for businessbest choose insurance motorcycle onlineflorida health insurance agencywhole life insurance onlinecalifornia homeowner insurancearizona farm insurance stateeuropean insurance travel ukinsurance mortgage leadsaaa california renters insurance..........
ESTE É O ASPECTO MISERÁVEL QUE OSTENTA AGORA O BLOG APÓS TER SIDO CENSURADO E APAGADO. PARA CÚMULO O TÍTULO "ORDEM NEGRA" FOI USURPADO PARA ANUNCIAR...COMPANHIAS DE SEGUROS !!!
DEPOIS DIGAM QUE SOU OBCECADO E VEJO A PATA DO JUDEU EM TODO O LADO !!!!


Pois é...a triste realidade que a verdadeira censura trás,mas enfim o camarada continua a luta pode não publicar,mas a luta ele mantem.
Pois é corserpentis,os judeus estão por todo o lado.
Afinal,a censura continua...
Podem censurar,apagar os blogs,prender mas a voz da luta,a voz do povo nacionalista nimguem cala.
E a ordemnegra,apesar de ser pequenino,e forte e valentão,um grande camarada,que tem o apoio dos irmão nacionalista,não há motivo para tristezas,temos de rir sobre essa peripecias dos tristes censores.
Nunca conseguiram derrotar-nos.
Claro que tenho saudades de ler os posts do camarada ordemnegra,mas é vida...
Talvez ele regresse com mais fúria!!EH,EH!Nunca se sabe...

segunda-feira, junho 12, 2006

Até um dia...meu amigo

Hoje o meu coração encontra-se de luto,um dos meus amigos faleceu ontem depois de uma doença prolongada que teve um desfecho triste e doloroso.
Não quero entrar em detalhes,partiste,e isso é o que me custa,a mim a todos os que gostavam de ti e principalmente a tua familia.
É verdade,nascemos,crecemos e morremos,mas,não é natural uma mãe ver o filho partir à sua frente,como mãe digo que a dor deve ser enorme.
Tinhas ainda tanta vida para viver,eras,e continuas a ser pois o que partiu foi o teu corpo,para mim continuas aqui junto de nós.
Nunca te esquecerei,os poucos tempos que passaste entre nós deixaste uma lembrança linda,a tua amizade estará sempre no meu coração.
Não digo adeus,prefiro dizer até um dia meu amigo,estarás sempre presente no nosso coração,e onde estiveres,sei que estarás bem,e que farás feliz quem a teu lado estiver,assim como o fizeste quando estiveste connosco na Terra.
Nós adoramos-te e nunca te esqueceremos,até um dia,querido amigo INÁCIO!
Estarás sempre no nosso pensamento e coração!

sexta-feira, junho 09, 2006

Ser Português(noções)

SER PORTUGUÊS
"Ser português é também uma arte,e uma arte de grande alcance nacional,e,por isso,bem digna de cultura.
O mestre que a ensinar aos seus alunos,trabalhará como se fora um escultor,modelando as almas juvenis para lhes imprimir os traços fisionómicos da raça Lusíada.São eles que a destacam e lhe dão personalidade própria,a qual se projecta em lembranças no passado,e em esperança e desejo no futuro.E,em si,realiza,deste modo,aquela unidade da morte e da vida,do espírito e da matéria,que carecteriza o ser."
(...)Colocar a nossa pátria ressurgida em frente do seu Destino.
As Descobertas foram o inicio da sua Obra.Desde então até hoje tem dormido.Desperta, saberá concluí-la, porque o definitivo não existe."


Raça
"Empregamo-la como significando um certo numero de qualidade electivas,(num sentido superior)próprias de um Povo,organizado em Pátria, isto é,independente,sobo ponto de vista politico e moral.
Tais qualidades são de natureza animal e espiritual,resultante do meio fisico(paisagem)e da herança étnica,historica,juridica,literaria,artistica,religiosa ew mesmo economica.
Herança,neste caso,significa tambem tradição.
Uma raça possui os carecteres de um ser vivo,e como tal devemos considerar."
Herança e Tradição
"Se o português,como individuo,herda a qualidade de familia,herda igualmente as da sua raça,porque o homem não cabe dentro dos seus limites individuais.
O português participa tambem da herança etnica,historica,ou tradicional,adquirindo assim uma segunda vida que,por mais vasta, abrange e domina a sua existência de individuo."
Carecter ou personalidade
"O carecter é a expressão total das qualidades,conservadas e transmitidas pela herança e tradição,que definem uma raça.
A sua actividade visa um fim social,economico,religioso,artistico,etc.
quando estas qualidades,são as proprias da Raça que devemos cultivar.Não há maior erro que a pretendida substituição das qualidades proprias por aquelas que admiramos nos outros povos.Destruimos por completo o nosso carecter e adulteramos,em nós,o que há de bom nos estrangeiros.Não troquemos a nossa figura pela mascara importada.
Ao espirito simiesco,de imitação,oponhamos o espirito e iniciativa criadora."
tria
A ideia de Pátria inclui a de raça,conforme o significado que demos a esta palavra.Todavia,esta ideia pode sobreviver àquela,na qual se contem a ideia de independencia.
Uma raça independente,sob o ponto de vista politico,é uma Pátria.
Há muitos povos indepententes que constituem Reinos,Nações,Impérios,mas não uma Pátria.
A raça portuguesa antes de ser uma pátria e mesmo nos primeiros tempos da sua independencia,vivia como latente e diluia nos outros povos da Ibéria.Mas o esboço primitivo definiu-se e a nitida digura apareceu.A língua e os sentimentos por ela traduzidos cristalizaram,destacando-se,em alto relevo,da confusão originaria.
E Portugal é uma raça constituindo uma Pátria,porque adquirindo uma lingua propria,uma historia,uma arte,uma literatura,tambem adquiriu a sua independencia politica."
(Retirado do livro"Arte de Ser Português"-de Teixeira de Pascoaes)

Biografia de Teixeira de Pascoaes



Teixeira de Pascoaes produziu a partir da experiência existencial da saudade - presente de forma vaga e imprecisa nos seus primeiros textos em verso - uma reflexão, a que subjaz o princípio fundamental de que o ser manifesta uma condição saudosa. Do Ser ao ser, processa-se uma verdadeira queda ontológica, uma cisão existencial, manifestando o mundo, na sua condição decaída, um "pathos universal". Da condição saudosa de ser resulta pois uma condição dolorosa do mesmo ser. Dor de privação, dor de saudade, consciência da finitude, de imperfeição, de insuficiência ôntica.A experiência da dor pelo homem saudoso, é simultaneamente individual e universal. Por ela o homem–poeta entende o mundo como "uma eterna recordação", percebendo a realidade como evocadora de uma outra realidade mais real que aquela.A condição dramática da existência manifesta-se assim numa permanente tensão entre Ser e existir. O homem existe num primeiro nível de dignidade ontológica, partilhando pelo corpo o mundo da matéria, e vive pelo espírito.
A vida é pois uma eterna aspiração à ultrapassagem da realidade material.
A alienação é a situação que resulta da impossibilidade de o homem ser, verdadeiramente. Dividido entre assumir-se como puro espírito ou pura matéria, o homem não é nem pode ser verdadeiramente, oscilando eternamente entre uma e outra condição.A saudade pascoaesiana transcende assim o mero sentimento individual, para assumir uma dimensão ontológica e metafísica. Na mesma medida em que todo o Universo "é a expressão cósmica da saudade" enquanto " infinita lembrança da esperança", a saudade psicológica, individual, assume, enquanto o homem partilha a condição do mundo, uma dimensão metafísica. Enquanto o homem como ser finito e imperfeito aspira à perfeição de ser, a saudade assume uma dimensão ontológica.A saudade encarada do ponto de vista existencial leva o autor a conceber a natureza como sagrada, uma vez que a saudade do mundo é também saudade de Deus, de um Deus presente nas próprias coisas. É a divindade que se apropria de si mesma na evolução da natureza, pelo que Pascoaes postula a sacralização da mesma natureza. Deus existe antes e independentemente do homem; no entanto a vida, confere-lha o próprio homem.
O pensamento de Teixeira de Pascoaes manifesta assim, uma particular forma de religiosidade, que provém desde logo desta presença de Deus na natureza e da sua evidenciação nela. O autor concebe uma ordem na natureza, um princípio teleológico alheio ao acaso que deixa supor uma inteligência ordenadora que presida às transformações da realidade. Todo o esforço humano será para penetrar o Mistério da vida e do cosmos.Deveremos referir ainda, que Pascoaes manifesta uma evidente preocupação com a natureza das relações do homem com a paisagem que o envolve, podendo mesmo considerar-se que há profundas preocupações ecológicas na sua obra. A sacralização da natureza de que falamos, determina uma relação de profundo respeito do homem pela paisagem e o cuidado com a sua preservação. Perpassa na sua obra um desencanto com o progresso que deveremos no entanto contextualizar. Trata-se da recusa de um progresso descaracterizador da natureza.Sensivelmente de 1910 a 1919, Teixeira de Pascoaes teoriza o saudosismo, pensamento que desenvolve no âmbito do movimento da "Renascença portuguesa", de cujo órgão oficial, "A Águia," foi director. O saudosismo acaba por designar o movimento de cunho lusitanista estruturado em torno à questão da saudade portuguesa .Particularmente influenciado pelo momento político que se vivia em Portugal com o advento da República, e condicionado ainda, pela persistente crise que afectava a sociedade e a cultura nacionais, o pensador de Amarante desenvolve uma particular atenção às características particulares diferenciadoras do "génio lusitano", considerando a necessidade de preservar a identidade nacional, pela promoção do encontro de Portugal com a suas próprias raízes. O génio português encontra a sua síntese na saudade lusíada, que, não obstante ser um sentimento cósmico encontra num povo caracteristicamente saudosista a sua expressão mais apurada. Apenas a palavra portuguesa,"saudade", permite revelar algo da sua natureza essencialmente misteriosa, pelo que o autor parece esquecer o conceito universalista de saudade, para evidenciar o seu carácter intraduzível, e conceber mesmo uma teoria ortográfica cujo axioma fundamental determinava a necessidade de fazer corresponder a ortografia das palavras ao seu perfil psicológico. Para o autor "as palavras são seres" e nessa circunstância possuem um perfil físico e outro psicológico, que deverão estar em harmonia ao apresentar-se na sua forma gráfica.O saudosismo manifesta ainda um caracter messiânico e profético aceitando Pascoaes o advento de uma nova "era lusíada".A tese da exclusividade lusa da saudade provocou as mais desencontradas reacções, sendo de realçar o enfrentamento que teve lugar entre o núcleo Saudosista e o Seareiro, provocando tensões evidentes entre Pascoaes ele próprio, e António Sérgio, reflectidas na importante polémica que ambos mantiveram. Não deveremos esquecer, porém, que a saudade portuguesa manifesta uma ligação clara à saudade universal. Se existe uma saudade portuguesa, é porque existe igualmente a saudade experienciada por outros povos. Refira-se no entanto, que o autor não foi suficientemente explícito nesta questão, particularmente durante o período em que se envolveu no movimento da "Renascença Portuguesa".De destacar ainda que a ontologia monista e panteísta perfilhada por Teixeira de Pascoaes, concebendo que "tudo está em tudo", e que a inteligibilidade dos seres particulares se estrutura na referência ao todo de que fazem parte, determina que também a saudade lusíada encontre a sua origem na saudade universal apenas podendo por ela ser compreendida.A saudade é uma via para o conhecimento: por ela abre-se uma via para uma mundividencia, uma concepção geral da existência. O "pensamento poético" de Teixeira de Pascoaes é a expressão da possibilidade de conhecimento que se abre pela via da saudade. O conhecimento poético é simultaneamente estético, metafísico e ontológico: estético porque o que lhe é próprio se conhece pelo sentimento, metafísico e ontológico porque o seu horizonte é o da verdade que manifesta um caracter transcendente.

BIBLIOGRAFIA


1-De Teixeira de Pascoaes
1895-Embryões (poesia)
1896-Belo (poesia)-1ª parte
1897-Belo-2ª parte
1898-À Minha Alma e Sempre (poesia)
1899-Profecia (poesia) - em colaboração com Afonso Lopes Vieira
1901-À Ventura (poesia)
1903-Jesús e Pan (poesia)
1904-Para a Luz (poesia)
1906-Vida Etérea (poesia)
1907-As Sombras (poesia)
1909-Senhora da Noite (poesia)1911-Marânus (poesia)
1912-Regresso ao Paraíso (poesia). Elegias (poesia; O Espírito Lusitano e o Saudosismo (conferência)
1913-O Doido e a Morte (poesia); O Génio português na sua expressão filosófica poética e religiosa (Conferência)
1914-Verbo Escuro (Aforismos); A Era Lusíada (conferência)
1915-A Arte de Ser Português (prosa didáctica)
1916-A Beira Num Relâmpago (prosa)
1919-Os Poetas Lusíadas (conjunto de conferências proferidas na Catalunha)
1921-O Bailado (prosa filosófica) e Cantos Indecisos (poesia)
1922-Conferência e A Caridade (conferência)
1923-A Nossa Fome (prosa filosófica)
1924-A Elegia do Amor (verso) e O pobre Tolo
1925-D. Carlos (poesia); Cânticos (poesia); Sonetos
1926-Jesús Cristo em Lisboa (peça de teatro escrita em colaboração com Raul Brandão)
1928-Livro de Memórias (prosa autobiográfica)
1934-S.Paulo (biografia romanceada)
1936-S. Jerónimo e a Trovoada (biografia romanceada)
1937-O Homem Universal (prosa filosófica)
1940-Napoleão (biografia romanceada)
1942-Camilo Castelo Branco O Penitente (biografia romanceada); Duplo Passeio (prosa)
1945-Santo Agostinho (biografia romanceada)
1949-Versos Pobres
1950-Duas conferências em defesa da pazA presente bibliografia não pretende esgotar a vastíssima produção de Teixeira de Pascoaes, referindo-se apenas alguns dos seus mais importantes textos"Sobre Teixeira de Pascoaes", Carvalho, Joaquim de, Reflexões sobre Teixeira de Pascoaes, in Obra Completa, vol.V, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa,
1987-Coelho, Jacinto Prado, Introdução às Obras Completas de Teixeira de Pascoaes, vol.1,Bertrand, Lisboa,s/d.p.7Coutinho, Jorge, O Pensamento de Teixeira de Pascoaes-Um Estudo Hermenêutico e Crítico, Publicações da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa,Braga,1995Craveiro,Lúcio, A Filosofia em Teixeira de Pascoaes,«Revista Portuguesa de Filosofia»,34, (1979 p.51)Gama, José, A Polémica Saudosista: Teixeira de Pascoaes e António Sérgio,«Brotéria»,114,(1982),p.185Garcia, Mário, Teixeira de Pascoaes. Contribuição para o estudo da sua personalidade e para a leitura crítica da sua obra, Publicações da Faculdade de Filosofia, Braga,1976Lourenço, Eduardo, O Labirinto da Saudade - Psicanálise Mítica do Destino Português, Publicações Dom Quixote, Lisboa,1968Margarido, Alfredo, Teixeira de Pascoaes - A Obra e O Homem, Arcádia, Lisboa,1961Sardoeira,Ilídio, A Influência do Princípio da Incerteza no Pensamento de Teixeira de Pascoaes«Revista Portuguesa de Filosofia»,11,(1955),p.620Vasconcellos, Maria da Glória Teixeira de, Olhando Para Trás Vejo Pascoaes, Assírio & Alvim, Lisboa,1991Vasconcellos, Maria José Teixeira de, Na Sombra de Pascoaes,Vega, Lisboa,
1993Dulcínea Teixeira

quarta-feira, junho 07, 2006

Escândalo!!!

"Grandes" deputados! O escândalo não pára...



Notícias
Segunda, 05 Junho 2006


“Os deputados vão receber este ano mais de 3,5 milhões de euros para se deslocarem do seu local de residência até à Assembleia da República. Segundo o Correio da Manhã, esta verba representa um aumento de 27,4 por cento em relação a 2005…”Nem vale a pena continuarmos o rol das mordomias destes senhores e dos partidos instalados no poder. É que, desde o auto-aumento dos ordenados e regalias para os senhores deputados, às suas reformas, aos subsídios de “reintegração” para os ex-deputados, passando pela isenção de IA na compra de automóveis para os partidos políticos, às principescas subvenções estatais aos partidos com assento parlamentar, etc, se pode ver o "rico" exemplo que vem “de cima”…Uma vergonha! Uma afronta!Seria bom que o povo português tivesse uma leve noção daquilo que gasta com a classe política, inútil, incompetente e saqueadora, para perceber por que motivo não há dinheiro para as suas justas aspirações e reivindicações. Para perceber a razão pela qual urge mudar de políticos e de partidos.Estes não servem, porque se servem! Á grande e à francesa... Não convencem, porque não exemplificam!É curioso verificar como, em matéria de fartar vilanagem, os cinco partidos do costume, que comem na mesa do orçamento, nunca discutem entre si.Fora com eles! Chega de politiqueiros carreiristas! Chega de roubo aos portugueses!


Reportagem traz detenção de camarada(AbusoII)


O TERRORISMO DO ESTADO EXISTE
Após a transmissão pela RTP 1 do programa "A extrema direita existe", Mário Machado foi detido pela p.s.p. de Odivelas. Afinal quem exerce a violência e contra quem se volta este Estado (a que deixaram isto chegar), contra quem ele exerce a repressão ?
A isto chama-se terrorismo-TERRORISMO DE ESTADO !
Que isto foi uma acção terrorista não haja a menor dúvida; o seu mentor é o sionismo e o seu executante é este Estado a mando dos seus patrões judeus.
Primeiras reacções ao sucedido:

FÓRUM NACIONAL:
Desde que começou a ser transmitida uma reportagem na RTP intitulada "a extrema-direita existe?" que o nosso Portal tem recebido milhares de visitas que fizeram com que o mesmo fosse abaixo devido ao excesso de tráfego.Pensamos que esta situação será resolvida em breve.
Entretanto, e como tem sido anunciado nos Media, Mário Machado foi detido no seguimento dessa reportagem.O motivo? Por ter dito que tinha uma «shotgun» registada e legal, apesar do mandado já estar passado mesmo antes do programa ser transmitido...Isso leva-nos a crer que o verdadeiro motivo da detenção, e respectivo TIR (Termo de Identidade e Residência, que proíbe o visado de sair do país), prende-se com o facto de estar previsto um discurso de Mário Machado, no próximo fim-de-semana, na Alemanha.Sobre a reportagem em si, temos a dizer que a montagem das imagens e as opiniões do jornalista são da responsabilidade do próprio, e que ao contrário dos políticos do sistema não montámos um cenário de discursos e marketing político. Apesar disso achamos bastante estranho que, na falta de imagens de violência que nos pudesse ser associada, fossem apresentadas imagens de agressões no Estádio do Jamor, num jogo de futebol entre o Benfica e o Porto, e que obviamente nada tem a ver com o movimento nacionalista.

FLAMA AETERNA:
TERRORISMO EM PORTUGAL!Na sequência do programa " A Extrema Direita existe" emitida esta noite , Mário Machado, um dos dirigentes da FN foi detido pela PSP de Odivelas e encontra-se nos calabouços na esquadra pois será presente ao Juiz de IC amanhã. O curioso (que não é novidade) nisto tudo é o terrorismo tipico feito á volta do caso, ou seja, de o facto de rádios de "referência" como a TSF referirem que este foi preso devido "a propagar ideias de extrema-direita" e de "ter outros materiais proibidos" - leia-se, livros, simbolos, merchadise, políticamente incorrectos.Será isto crime?!Então e os marginais criminosos africanos dos bairros (guettos) sociais que andam com armas ilegais e que as usam para roubar e agredir portugueses?

Abuso

Hoje enquanto me encontrava no trabalho,desde as dez para as sete da manhã tinha a televisão no canal de noticias,de inicio não me apercebi o que se passava na televisão devido ao trabalho,mas quando tive tempo reparei numa noticia que dizia que o camarada Mario Machado tinha sido detido,devido a ter demonstrado uma arma ilegal na reportagem que lhe fizeram,ora,digo desde já se fosse ilegal ele não a mostraria,e ele não apelou ao recurso de armas,apenas as tem como defesa,e disse que todos deveriam ter,sou contra a violência,mas concordo que por vezes ter uma arma faz falta para uma pessoa se defender,a lei não proibe.
Mas é lógica que a sua detenção foi uma fantochada politica,pois o camarada ia participar no congresso dia 9 de Junho na Alemanha,e para impedir a sua participação só assim.
É uma vergonha,não se admite o que fizeram,podem tê-lo prendido mas a voz nacional-socialista nimguém consegue calar.
Mário desde já tens o meu apoio,assim como de muitos camaradas.
Cabeça erguida,eu orgulho-me de seres meu camarada.
Força Mário.
E desde já um bem haja ao Sr.José Pinto Coelho do PNR,que saiu em defesa do camarada,Mário.
Um abraço aos irmãos Nacionalistas.
O que não nos mata fortalece-nos!!!

segunda-feira, junho 05, 2006

O meu sonho...o nosso sonho


Assim,como muitos eu tenho um sonho,e ele é que um dia o meu país volte a ser como fora outrora,que recupere a glória que está a perder,desejo ver de novo a gloriosa nação erguer-se das cinzas como uma fénix.
Sonho que os parasitas da sociedade sejam eliminados,e a nossa raça lusitana prevaleça.
Eu quero o meu país de volta,chega desta podridão.
Por isso portugueses puros,eu faço um apelo,juntemo-nos contra esta desigualdade e vamos destruir estes impostores,estes farsantes que se dizem portugueses e não passam de invasores.
Portugal é e sempre será nosso,chega de ocupas,chega de importações que dão mau nome e má imagem ao nosso país.
Temos que dizer BASTA!
A altura é agora,não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje.
Irmãos,camaradas lusitanos,chegou a altura de lutar pelo nosso país.
Assim como eu todos os Nacionalistas sonham com a vitória do nosso Portugal luso sobre os parasitas,vamos correr com eles.
Quem não está por nós é contra nós,morte aos traidores.
Portugal sempre,força Portugal e pela glória Nacional é marchar até à vitória.
PORTUGAL AOS PORTUGUESES!!!!

quarta-feira, maio 31, 2006

VERGONHA

É uma vergonha...
A morte a estes porcos...
Holanda: criado partido que defende pedofilia e pornografia
O primeiro partido declaradamente pedófilo foi criado hoje na Holanda, o NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade), o qual tem como objectivo permitir a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças. «Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas», afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês Algemeen Dagblad. Van den Berg considerou que a imagem dos pedófilos foi desonrada pelo escândalo do assassino de crianças belga Marc Dutroux, mas destacou que a criação deste partido político pode inverter aquele quadro. Além da pornografia infantil, o programa do NVD propõe a extinção do Senado e das funções do primeiro-ministro, a legalização de todas as drogas, leves e pesadas, e a prisão perpétua para assassinos reincidentes. No respectivo site na Internet, o partido afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornográficos e que a maioridade sexual deveria ser diminuída para os 12 anos.


"Há uns anos os nacionalistas, a propósito da homossexualidade, disseram que «antigamente era proibido, hoje é permitido, amanhã será obrigatório». A propósito da manifestação contra a pedofilia e o lobby-gay dissemos que o mesmo se iria passar com a pedofilia. Aqui fica fica a notícia -- não se trata de uma organização, grupo, associação, mas sim de um partido que pretende instituir a pedofilia como sendo legal -- para quem (ainda) tinha dúvidas..."

sexta-feira, maio 26, 2006

Pai da Pátria


Pai da pátria portuguesa: 1109 - 1185
(Angela Dutra de Menezes)
De História ela sabe, e muito. Mas a irreverência tropical toma-lhe o braço e a Angela começa a espanejar a poeira que deixámos acumular sobre os vultos primeiros de Portugal. Já sacudido, aí vem o Fundador. Vamos lá aproveitar para meter conversa... FCS
IMPLACÁVEL, NOSSO REI APRONTA NOVIDADES...
QUANDO TUDO ACONTECEU...
1109: Provável ano de nascimento, em Coimbra, do infante Afonso Henriques, filho do conde Henrique de Borgonha e de dona Teresa, bastarda do rei Afonso VI de Castela e Leão. No mesmo ano morre Afonso VI. Início da disputa entre dona Urraca, a herdeira legítima, dona Teresa e vários outros pretendentes ao trono. A briga pelo poder dura anos. - 1122: Afonso Henriques antecipa em sete séculos um gesto de Napoleão Bonaparte. Ignorando o cardeal que presidia a cerimônia, arma-se cavaleiro na catedral de Zamora. - 1128: Afonso Henriques luta contra a mãe, dona Teresa, e seu aliado, o conde galego Fernão Peres de Trava. As tropas de Afonso Henriques e dona Teresa se enfrentam no campo de São Mamede, junto ao castelo de Guimarães. O exército galego é derrotado. Esta vitória leva dona Teresa a desistir da idéia de anexar a região portucalense ao reino da Galícia. - 1129: No dia 6 de abril, Afonso Henriques dita uma carta em que se proclama soberano das cidades portuguesas. - 1135: Afonso VII, filho de dona Urraca, é coroado “imperador de toda a Espanha” na catedral de Leão. Afonso Henriques se recusa a prestar vassalagem ao primo. - 1137: Paz de Tui. Após lutar com Afonso VII no Alto Minho, Afonso Henriques promete ao imperador “fidelidade, segurança e auxílio contra os inimigos”. - 1139: Batalha de Ourique. Afonso Henriques vence cinco reis mouros. - 1140: Afonso Henriques começa a usar o título de Rei. - 1143: Provável Tratado de Zamora no qual estabelece a paz com o primo Afonso VII. Primeiro passo para a independência portuguesa. Afonso Henriques escreve ao Papa Inocêncio II e se declara - e a todos os descendentes - “censual” da Igreja de Roma. A palavra “censual” significa que Afonso Henriques é obrigado a prestar obediência apenas ao Papa. Na região que governa, portanto, nenhum outro poder é maior que o dele. - 1147: Afonso Henriques expulsa os mouros de Lisboa e várias outras cidades portuguesas. - 1169: Afonso Henriques é feito prisioneiro pelo rei de Leão, Fernando II. - 1179: A Igreja Católica reconhece, formalmente, a realeza de Afonso Henriques. - 1180: Final dos conflitos com Fernando II, de Leão, pela posse de terras na região da fronteira e costa da Andaluzia. - 1185: Afonso Henriques morre na cidade em que nasceu. Sua herança, além de imensa fortuna, é o Condado Portucalense, primeiro território europeu que estabelece sua identidade nacional.

“... não quero mais saber do lirismo que não é libertação.” (Manuel Bandeira, Poética)

Ninguém merece mais este título que o infante Afonso Henriques, filho de dona Teresa, bastarda do rei Afonso VI de Leão e Castela, e do conde Henrique de Borgonha. Pouca gente sabe. Mas, graças à esperteza política de Afonso Henriques, Portugal é a primeira nação européia a se estabelecer como Estado independente. Antes do ano 1200, Portugal já é Portugal. Com direito, inclusive, a língua própria: o galaico-português.
Gênio, estadista, raposa política, vitorioso, implacável, espertíssimo: Afonso constrói uma história rocambolesca. Tudo que pode manipular a seu favor, manipula sem escrúpulos. Inicia a trajetória de vitórias fundando um reino. Para tanto, manda mamãe para o espaço sem sequer dizer adeus. Naquele tempo, porém, ninguém cogita a possibilidade de Portugal ser conseqüência de um Complexo de Édipo mal resolvido. Até porque, Freud ainda não pensa em nascer.
O avô de Afonso Henriques destaca-se como um dos homens mais poderosos de sua época. Amigo pessoal de Santo Hugo - que não sabe que será santo, mas já constrói a Abadia de Cluny, o maior templo que a cristandade jamais erguera - , Afonso VI tira do bolso, ou dos cofres públicos, grande parte dos recursos que financiam o sonho de Hugo. Bem relacionado com os outros reis cristãos, influente, excelente jogo de cintura, Afonso VI, entre uma e outra doação a Cluny, consegue casar sua bastarda com um dos condes de Borgonha - família finíssima, não é assim, toda hora, que um Borgonha se mistura à gente mal nascida.
Mas Afonso VI embrulha a oferta para presente: Henrique leva Teresa e, de quebra, o Condado Portucalense, terras a oeste de Castela que, há tempos ensaia a gracinha de viver por conta própria. Afonso VI, sabendo das estrepolias portucalenses, resolve matar dois coelhos com uma cajadada só. Em 1092, reúne as duas unidades condais da região – ao norte e ao sul do rio Douro – e determina que o novo e único condado pertencerá à Teresa – e ao marido dela, claro. Urraca, a filha legítima, sentará no trono de Leão e Castela, como ensinam as regras da moral e dos bons costumes.
Mais do que bom e preocupado papai, Afonso VI tenta ampliar seu poder e garantir domínio sobre maior extensão de terras. Tiro pela culatra. Tão logo o rei de Leão e Castela mete o bedelho no Condado Portucalense, a nobreza local inicia forte movimento separatista.
Coitado de Henrique de Borgonha, estrepa-se nesta história. Além de gerar a genialidade de Afonso Henriques, pouco lucra com o casamento. Fica zanzando em Portucale, tentando ajudar ao filho. Mas o rebento é rebelde e dispensa-lhe os palpites. Dom Henrique, francês chiquérrimo, se aborrece. Assusta-o a idéia de passar para a posteridade qual simples reprodutor. Mas a culpa é do sogro. Afonso VI, ao engendrar a novela, comete um de seus poucos erros políticos: não leva em conta nem o bairrismo do Condado Portucalense, nem a possibilidade de alguém armar uma falseta.


“...um poder mais alto se alevanta...”
(Camões, Os Lusíadas)
Afonso Henriques, ele mesmo, sagra-se cavaleiro. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a
Tábua Cronológica.








Arma – quem é avô de estadista, deve tomar precauções. Afonso Henriques tem 20 anos quando Afonso VI morre. Se famílias se estraçalham pela baixela de prata da vovó, imaginem quando o motivo é o poder de uma coroa. Desentendem-se todos. Urraca discute com o Bispo de Compostela, atrita-se com rei de Aragão, cospe desaforos para o conde da Galícia, faz e acontece. Acometida de olho-grande, síndroma que costuma atacar herdeiros menos favorecidos, Teresa desanda a arquitetar alianças desastrosas – quem sai aos seus, não degenera.
De repente, Teresa dá o passo fatal. Arquitetando anexar Portucale à Galícia, alia-se aos galegos, tradicionais rivais dos barões de Portucale.
É desconhecer o filho, menino que emite sinais de seu gênio – no bom e no mau sentido - aos 13 anos. Nesta idade, na cerimônia em que o sagram cavaleiro, na catedral de Zamora, Afonso Henriques manda às favas o bispo e ele mesmo sagra-se. Recusa a mediação divina. Igualzinho Napoleão, alguns séculos mais tarde – pena o infante não falar francês, língua dos sofisticados, nenhum compêndio de história esqueceria tal feito.
Dizem, não há provas documentais, que o avô fica orgulhosíssimo com a petulância do fedelho - é pena que tanto talento evapore em Portugal, comenta Afonso VI. Fofoca, naturalmente. Portugal e Espanha cultivam uma antipatia milenar, todo mundo sabe e não perde ocasião de jogar lenha na fogueira.
Enfim, com tal filho nas mãos, dona Teresa, além de se aliar aos galegos, aparece com outro conde debaixo de braço, contando uma história trôpega de “apoio político”. Arma-se o circo. Com 21 anos, Afonso Henriques cerca Guimarães e declara uma briga de gafieira: quem está fora, não entra; quem está dentro, não sai. Nem mamãe, suposta rainha do condado.
É bom que se diga: igual ao avô, o infante não dá ponto sem nó. Fareja que, com poucas chances na linha sucessória de Leão e Castela, precisa descobrir o próprio espaço. Quer o poder, seu lugar é no condado materno. Tudo aponta para o fato de que o infante apenas capitaliza o desagrado da nobreza portucalense. Desagrado que se acentua quando Teresa enfia os galegos no caldeirão. O esperto Afonso Henriques já andava observando que, além do anseio de se libertar de Castela, as cidades de Portucale identificam-se cultural e ideologicamente. Para ele, não parece tarefa difícil transformá-las em uma só força política. Teresa apenas fornece a justificativa para o infante virar a mesa.

“Eu tenho apenas duas mãos, E o sentimento do mundo...”
(Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo)

Contando assim, parece fácil. Não é, senão qualquer pessoa faria. Afonso Henriques tem enorme sensibilidade. Age na hora certa, com as pessoas certas, da maneira certa. Não falseia. Comporta-se como perfeito animal político do início ao fim de sua história. Faz a História, coloca o mundo nas mãos. Tolos são os que o cercam, incapazes de observar a genialidade do príncipe enquanto ele arma o bote. Os habitantes de Guimarães, liderados pela nobreza e pela burguesia, recebem o infante libertador de braços abertos. Existe uma carta documentando este apoio. Teresa ainda tenta combatê-lo. A batalha acontece em 1128, no campo de São Mamede, perto do castelo de Guimarães. Primeira vitória do infante. Ele mesmo se surpreende com a facilidade com que derrota o exército galego e expulsa a rainha e seu conde. Em documento, ditado a alguém de letras, declara: “Eu, o infante Afonso, filho do conde Henrique, livre já de toda a opressão,...., na posse pacífica de Coimbra e todas as cidades de Portugal...”

“...Se governar fosse fácil, não seriam necessários espíritos iluminados...”
(Bertold Brecht, Dificuldade de governar)







O infante custeia a construção da catedral de Braga. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a
Tábua Cronológica.



Pronto, o Condado Portucalense começa a escorregar para dentro de seu bolso. Daí para frente, cabe a ele segurar a peteca e combater quem lhe atrapalhar os sonhos. Combate e vence. Quando não vence pela força, moedas de ouro resolvem a situação – ah, a corrupção, não é de hoje que nos persegue.
Os inimigos principais são os mouros, aboletados na maior parte do território português. Mas o primo Afonso VII e Fernando II, ambos de Castela, também levam umas cacetadas. Este último, prenderá Afonso Henriques em Badajoz e se espantará com a riqueza do rei português. De resgate, Afonso Henriques pagará quase duas toneladas e meia de ouro. Na maior facilidade e sob os delirantes aplausos dos conterrâneos que não queriam perdê-lo de jeito nenhum.
Para alcançar tal prestígio, Afonso Henriques sua. Passa a vida combatendo e costurando acordos políticos. O primeiro, com a Igreja Católica, pedra angular do qualquer poder durante a baixa Idade Média. Quem não recebe a benção episcopal que trate de procurar novo emprego. Logo após a vitória de São Mamede, Afonso Henriques estabelece suas relações com a Igreja: cede em tudo. Sabe onde pisa, os clérigos têm força demais para serem contrariados.
Em troca de apoio amplo, geral e irrestrito, o arcebispo de Braga recebe a garantia de seus privilégios: direito de cunhar moedas e autoridade absoluta sobre a cidade. Não satisfeito, o infante custeia a construção da catedral de Braga, abarrota os piedosos cofres, reconhece a autoridade divina sobre a sua e prestigia os eventos da fé. Espanto: os arcebispos de Braga cumprem sua parte. Durante os quase 60 anos de reinado, não abandonam Afonso Henriques. Uma relação perfeita, se casamentos transcorressem assim, advogados de família morreriam de fome.
A raia miúda conventual colabora da melhor maneira possível. Em textos da época, monges do Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, não economizam elogios a Afonso Henriques: “prudente, sábio, inteligente belo, gigante, leão rugidor” – quase uma comissão de frente. Depois da batalha de Ourique, então, os frades passam a delirar. Na opinião deles, Afonso Henriques é o “eleito de Deus para provar a autonomia de Portugal e dos portugueses”. Antes da Batalha de Ourique, um divisor de águas na vida de Afonso Henriques e na História lusitana, o infante contorna outros problemas. O primeiro, mostra ao clã castelhano que a conversa mudaria.

“Chegado tinha o prazo prometido, Em que o rei castelhano já aguardava Que o príncipe, a seu mando sometido, Lhe desse a obediência que esperava...”
(Camões, Os Lusíadas, canto terceiro)



Em 1135, sepultadas as controvérsias sobre a sucessão de Afonso VI, o filho de dona Urraca sobe ao trono com o título de Afonso VII. A cerimônia na catedral de Leão é apoteótica, o novo rei exibe luxo excessivo. Da família, só Afonso Henriques não comparece. A intenção parece clara: mostrar, de uma vez por todas, que o Condado Portucalense não presta vassalagem ao soberano de Leão e Castela e que Afonso Henriques considera-se tão rei quanto o primo recém-coroado. Afonso VII retalia a desfeita e os dois trocam sopapos. Em 1137, porém, assinam a Paz de Tui, onde Afonso Henriques promete a prestar a Afonso VII “fidelidade, segurança e auxílio contra os inimigos”. Não existem documentos claros sobre este período mas, provavelmente, nosso infante levou uma corrida. Não corresponde à personalidade dele assinar documentos humilhantes. A sorte é que desrespeita o compromisso – ou não seria Afonso Henriques. Em 1143, o papa Inocêncio II precisa enviar um cardeal para apaziguar os primos. Porém, antes, acontece Ourique. Milagre, juram alguns. Tramóia de Afonso Henriques, aponta a lógica. Afinal, convenhamos, Jesus Cristo não flana por aí, batendo papo com infantes, na maior naturalidade.
“...Cinco escudos azuis esclarecidos, em sinal destes cinco reis vencidos...”
(Camões, Os lusíadas, canto terceiro)
D. Afonso Henriques e a batalha de Ourique. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a
Tábua Cronológica.


















Tudo sobre Ourique são conjeturas. Mas a história é tão importante que marca o imaginário português, permanece no brasão do país - cinco escudos, cinco quinas, cada qual com cinco bolas representando os cinco reis mouros degolados na batalha – e, finalmente, transforma Afonso Henriques em rei de fato e de direito. Até hoje, historiadores portugueses discutem o episódio.
Alexandre Herculano encarrega-se de tornar a batalha ainda mais célebre ao afirmar que “Ourique não passa de uma lenda”. Deus nos acuda, Portugal vem abaixo. Acusam-no de herege – é bom lembrar que último herege lusitano tinha ido parar na fogueira apenas um século antes, tempo historicamente insignificante - de anti-clerical, de ateu, de agnóstico, de... Bem, deixa para lá. Se gritam algo pior, a memória não registra.
Historiadores contemporâneos, entre eles José Hermano Saraiva, tendem a colocar Ourique no devido lugar. De concreto, sabe-se que ocorre uma batalha no dia 25 de julho de 1139, que o exército mouro é numericamente superior e que a vitória cabe a Afonso Henriques. Desconfia-se, também, que Afonso VII, naquela altura sitiando Aurélia, cidade moura de enorme importância estratégica, ajuda a meter o primo na enrascada. Ao receber a notícia que o infante pratica uma razzia – tipo de combate usado pelos portugueses, que gostam de se infiltrar em território inimigo, surpreendê-los, destruí-los e fugir correndo –, Afonso VII mexe seus pauzinhos, desviando o exército islâmico que marchava em socorro à Aurélia, para destruir o infante. Pode ser, a participação de Afonso VII não passa de mais uma hipótese.
Nem o local da batalha é preciso. A cidade de Ourique fica tão ao sul de Lisboa, tão no interior dos territórios mouros, que parece impossível o infante ter se arriscado tanto. No entanto, há registros de outras razzias ousadas. Por outro lado, no início da Idade Média, chamava-se de Ourique o Baixo-Alentejo. Lenda e História não decifram estes mistérios.
A versão popular da batalha de Ourique conta que Afonso Henriques combate imenso exército islâmico, mata cinco reis mouros e coloca o resto da multidão para correr. Tudo em um dia. Especial favor de Cristo Nosso Senhor que, na véspera, aparece ao infante com quem conversa amigavelmente. Apenas Afonso Henriques vê Cristo - que, aliás, surge escoltado de anjos – e apenas Afonso Henriques ouve-o garantir a próxima e espetacular vitória portuguesa.
O moral da soldadesca alcança as nuvens quando eles sabem quem lhes fizera uma visitinha. Além do mais, 25 de julho é dedicado a Santiago, o mata-mouros, santo que jamais abandona cristãos em perigo. Especialista em degolas, Santiago trabalha com eficiência invejável – aparentemente, é o primeiro ser do planeta a conhecer o lugar exato das carótidas, não perde uma. Hoje, parece, aposentou-se. Como se vê, tudo colabora para o sucesso do infante.
Batalha vencida, povo em delírio, igreja desvanecida. O infante passa a se assinar “rei dos portugueses”. Neste momento, define-se a identidade lusa. Afinal, Ourique estabelece o importante diferencial: em que outro lugar o rei conversa, ao vivo e em cores, com as hostes celestiais?
Em 1143, quando o Cardeal Guido de Vico, emissário do papa, reúne o infante e Afonso VII em Zamora, território de Leão, para tentar convencê-los que a animosidade entre ambos favorece aos infiéis, Afonso Henriques joga outra cartada genial. Alegando o milagre de Ourique, escreve a Inocêncio II, reclamando para si e seus descendentes, o status de “censual”. Ou seja, dependente apenas de Roma. Dentro de seu território manda ele e só ele – estamos conversados.
O Vaticano custa a responder. Na verdade, exatos 36 anos. E só responde depois que Afonso Henriques acelera o processo com uma esmolinha de mil moedas de ouro. Quando, em 1179, a Igreja de Roma, finalmente, reconhece a realeza de Afonso Henriques, o reconhecimento já não tem importância. A independência se consumara, Portugal afirmara sua soberania e o infante encerrava a vida como rei de primeira grandeza.
Em Zamora, do encontro entre os primos e o cardeal, Afonso Henriques colhe um lucro imediato. Afonso VII tira o cavalinho da chuva e entende que o infante português jamais lhe prestará vassalagem. Por conta própria, começa a tratá-lo de igual para igual.
Engana-se quem pensa que a vida de Afonso Henriques resume-se a trançar fofocas políticas, fazendo e desfazendo aliados. O homem parece uma fera. Combate ao lado dos soldados, comportando-se como igual, sem frescuras de hierarquia. Sua tropa mais que o respeita: venera-o . Obedece qualquer ordem.

“... sangue seco nas roupas, olhar duro, na roupa o crime escrito...”
(Carlos Drummond de Andrade, Os assassinos)

Com a desculpa de empurrar infiéis de volta aos locais de origem, Afonso Henriques amplia o território português: Lisboa, Santarém, Almada, Óbidos, Palmela, Sesimbra. Combate após combate, destruindo mouros como quem destrói ratos, Afonso Henriques constrói seu reino. Na reconquista, a política é de terra arrasada: matar quem se movia, queimar o resto. Quase um milênio antes de os americanos levarem uma corrida dos subnutridos guerrilheiros vietcongs, Afonso Henriques adota táticas de guerrilha. Comandando um exército pequeno, ele entende que sua vantagem mora no elemento surpresa. Os generais da época pedem os sais com tamanha ousadia - como se, para morrer, fosse realmente necessário seguir um figurino.
Nosso rei apronta novidades. Quando prevê combates longos, contrata mercenários. Geralmente cruzados, a caminho da Terra Santa, que aproveitam a escala em Portugal para degolar islâmicos e recolher o produto do saque – promessa do rei. O cerco de Lisboa, em 1147, segue este modelito. Entre portugueses e cruzados ávidos por lucro fácil, Afonso Henriques reúne centenas de milhares de homens e cerca de 150 navios.
A reconquista de Lisboa é um triste e belo episódio da História portuguesa. Afonso Henriques exagera na violência. Redime-se, mais tarde, com a Carta de segurança de 1170 que proibirá cristãos e judeus de maltratar os mouros da região de Lisboa. Definitivamente, El Rei aprecia grandes e inesperados gestos.
Sorrateiro, costuma agir por baixo dos panos, pré-estréia do jeito luso-brasileiro de ser. O bandoleiro Geraldo Sem Pavor, que saracoteia desenvolto em terras de Castela, provavelmente trabalha para Afonso Henriques. Se o infante não pode invadir propriedade alheia, um preposto oficioso pode. Não há como provar. Mas os cavaleiros de Geraldo Sem Pavor pertencem ao Conselho de Coimbra, é difícil imaginar tais cidadãos combatendo sem aprovação real.
O infante que pretende ser rei, vira um mito. É impossível separar verdade e lenda na biografia de Afonso Henriques. Ele antecede seu tempo, revela-se um gênio de extraordinária visão política e indiscutível coragem moral. Dele, restam poucos registros escritos pelos monges de Santa Cruz - até porque, além dos monges, ninguém mais sabe escrever, nem Afonso Henriques.

“...Sapatos bordados a ouro, Esmeraldas e rubis, Ametistas para os dedos, vestidos de diamantes, Escravas para servi-la...”
(Jorge Amado, Alegre Menina)

Os relatos da época – descontados os elogios de praxe - delineiam um perfil justo, generoso e irreverente. Retratam o caráter corajoso, sujeito a crises de cólera, capaz de atos de violência e de reconhecer seus erros. Elogiam a frugalidade à mesa e ressaltam a tendência conquistadora. Não apenas de poder e terras. De mulheres, também. Ou principalmente. Casado com a discreta Mafalda de Sabóia - com quem tem sete filhos, entre eles, o herdeiro Sancho –, Afonso Henriques abençoa quatro bastardos. Um documento de 1184, descortina o inesperado pai carinhoso. Quando uma de suas filhas legítimas casa com o conde de Flandres, Afonso Henriques não titubeia. Para alegrar a noiva, enche vários navios com o que existe de mais fino. As naus saem do porto de Lisboa abarrotadas de vestidos bordado a ouro, jóias preciosas, sedas, mais ouro, mais jóias, tudo que pudesse alegrar a menina alegre, filha de pai poderoso.

“Que destino é o meu senão o de assistir o meu destino...”
(Vinicius de Moraes, A vida vivida)
O testamento de Afonso Henriques, primeiro rei do primeiro país europeu a adquirir consciência de nacionalidade, revela que, até na morte, ele se comporta como estadista. Sua imensa fortuna, amealhada em mais de meio século de guerras e saques, confunde-se com o próprio tesouro português. O rei a destina ao fortalecimento da nação. Por ordem dele, centenas de milhares de maravedis são entregues à defesa - El Rei pressente que os mouros preparam um contra-ataque. Outra centena de milhares constróem hospitais e sustentam ordens religiosas e militares. Os mais pobres recebem seu quinhão. Erguem-se igrejas e catedrais. Conventos acolhem doações e sustentam-se anos.
Ao herdeiro, Sancho I, Afonso Henriques deixa a única recomendação geopolítica: a construção de uma ponte entre o norte e o sul do país para não se perder a unificação que ele custara fazer e manter. Pena que não existam registros se Sancho obedeceu, ou não, às ordens paternas.
Afonso Henriques, o pai da pátria portuguesa, morre no dia 6 de dezembro de 1185, em Coimbra, mesma cidade onde nasceu. Seu corpo é enterrado no Mosteiro de Santa Cruz.

Hino Português



Antecedentes históricos do Hino Nacional

Só a partir do século XIX os povos da Europa criaram o uso de cantar os hinos, quando um movimento de opinião levou a que cada estado estabelecesse uma composição, com letra e música que fosse representativa e oficial. Até então os povos e os exércitos conheciam apenas os cantos e os toques guerreiros próprios de cada corpo e as canções relativas aos acontecimentos dignos de memória. Durante a monarquia, o ideário da Nação Portuguesa estava consubstanciado no poder do Rei. Não havia a noção de um hino nacional, e por isso as peças musicais com carácter público ou oficial identificavam-se com o monarca reinante. Neste contexto, ainda em 1826, em Portugal era considerado como hino oficial o "Hymno Patriótico", da autoria de Marcos Portugal. Este hino inspirava-se na parte final da Cantata "La Speranza o sia l`Augurio Felice", composta e oferecida pelo autor ao Príncipe Regente D. João quando este estava retirado com a Corte no Brasil, e que foi representada no Teatro de S. Carlos em Lisboa, a 13 de Maio de 1809 para celebrar o seu aniversário natalício. A poesia do "Hynmno Patriótico" teve diferentes versões face às circunstâncias e aos acontecimentos da época, tornando-se naturalmente generalizada e nacional pelo agrado da sua expressão marcial, que estimulava os ânimos aos portugueses, convidando-os à continuação de acções heróicas. Com o regresso do Rei ao País, em 1821, o mesmo autor dedicou-lhe um poema que, sendo cantado com a musica do hino, rapidamente se divulgou e passou a ser entoado solenemente. Entretanto, na sequência da revolução de 1820, foi aprovada em 22 de Setembro de 1822 a primeira Constituição Liberal Portuguesa, que foi jurada por D. João VI. D. Pedro, então Príncipe Regente no Brasil, compôs o "Hymno Imperial e Constitucional", dedicado à Constituição. Após a morte do Rei, e com a subida de D. Pedro IV ao trono, este outorgou aos portugueses uma carta Constitucional. O hino de sua autoria generalizou-se com a denominação oficial como "Hymno nacional", e por isso obrigatório em todas as solenidades públicas, a partir de Maio de 1834. Com a música do "Hymno da Carta" compuseram-se variadas obras de natureza popular (modas) ou dedicadas a acontecimentos e personalidades de relevo, identificando-se em pleno com a vida política e social dos últimos setenta anos da monarquia em Portugal. Nos finais do século XIX, "A Portuguesa", marcha vibrante e arrebatadora, de forte expressão patriótica, pela afirmação de independência que representa e pelo entusiasmo que desperta, torna-se, naturalmente e por mérito próprio, um consagrado símbolo nacional, na sua versão completa:
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória! Às armas, às armas! Sobre a terra sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d`amor,
E o teu Braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre aterra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Porém, o Hino, que fora concebido para unir os portugueses em redor de um sentimento comum, pelo facto de ter sido cantado pelos revolucionários de 31 de Janeiro de 1891, foi desconsiderado pelos monárquicos e proibida a sua execução em actos oficiais e solenes. Quando da implantação da República em 1910 "A Portuguesa" aflora espontaneamente de novo à voz popular, tendo sido tocada e cantada nas ruas de Lisboa. A mesma Assembleia Constituinte de 19 de Junho de 1911, que aprovou a Bandeira Nacional, proclamou "A Portuguesa" como Hino Nacional. Era assim oficializada a composição de Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça que, numa feliz e extraordinária aliança de música e poesia, respectivamente, conseguira interpretar em 1890, com elevado sucesso, o sentimento patriótico de revolta contra o ultimato que a Inglaterra, em termos arrogantes e humilhantes, impusera a Portugal. Em 1956, constatando-se a existência de algumas variantes do Hino, não só na linha melódica, como até nas instrumentações, especialmente para banda, o Governo nomeou uma comissão encarregada de estudar a versão oficial de "A Portuguesa", a qual elaborou uma proposta que, aprovada em Conselho de Ministros em 16 de Julho de 1957, é a que actualmente está em vigor. O Hino é executado oficialmente em cerimónias nacionais civis e militares onde é rendida homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Também, quando se trata de saudar oficialmente em território nacional um chefe de Estado estrangeiro, a sua execução é obrigatória, depois de ouvido o hino do país representado.
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