domingo, junho 15, 2008

A Mulher Nacionalista


Como eu vejo a mulher no movimento Nacional-Socialista.
Ora a verdadeira Mulher Nacional-Socialista, deve ser:

1.Amar a pátria acima de tudo
2.Ser boa filha, boa mãe, boa esposa e uma boa camarada
3.Dever ser discreta
4.Deve ser divertida sem cair no ridículo
5.Nunca deve ser vulgar
6.Deve manter uma postura firme e confiante
7.Não deve ser fútil, falar da vida alheia só a faz parecer uma mulherzinha
8.Deve estar informada sobre um pouco de tudo
9.Não deve ser egoísta, mas também não deve ser esbanjadora
10.Se tiver um trabalho de ver ser uma excelente funcionária
11.Deverá manter sempre uma aparência limpa
12.Não se deve deixar humilhar por ninguém…
Assim é como eu vejo a postura da mulher no movimento Nacional-Socialista, nunca dever se acobardar mas também não deve procurar a confusão.
Já diz o ditado:”A mulher de César não precisa de ser sério, Basta parecê-lo!”
Mas ao dizer isto não quero dizer que as mulheres nacionalistas caiem no deboche e se tornem umas mulheres vulgares que se tapam com um manto de virtude pelo contrário, devem ser fiéis respeitarem-se a si mesmas em primeiro lugar e darem-se ao respeito.

quinta-feira, junho 12, 2008

Medidas a tomar


Garantir a Soberania Nacional


O Estado tem a obrigação de proteger e garantir a liberdade e segurança do povo português. Ora, as fronteiras, a moeda, a legislação e a soberania nacional são elementos que garantem a nossa independência e o direito de dispormos livremente do nosso destino. Porque somos contra uma Europa federal, que tende a dissolver a identidade nacional de cada povo, colocamos em causa a existência da moeda única e os tratados de Maastricht, Amesterdão e Nice. O princípio nacional é aquele que garante a existência dos nossos empregos, do nosso mercado interno, da nossa produção nacional, ou seja de um Estado ao serviço da Nação.Connosco, Portugal será soberano.
Superar a angústia do desemprego
Aos Portugueses deve ser garantido o acesso a um posto de trabalho digno. O trabalho ilegal deve ser eficazmente punido. Os empregos dos Portugueses devem ser protegidos, através de medidas proteccionistas, contra a concorrência selvagem proveniente de países com baixos salários e fraca protecção social. A redução progressiva da exagerada carga fiscal (que visa somente sustentar um Estado burocrata e despesista) permitirá que as empresas se tornem mais competitivas e criem mais postos de trabalho.Connosco, Portugal será produtivo.


Travar a imigração ilegal


Portugal não pode ter as suas fronteiras escancaradas à imigração que actualmente assola os países da Europa. A entrada de imigrantes sem qualquer controlo é hoje em grande medida responsável pelo aumento da criminalidade, pela existência de largas zonas de miséria e violência urbana e ainda pelo crescente clima de insegurança que se vive nas vilas e cidades portuguesas. Os imigrantes ilegais e delinquentes devem ser repatriados para os respectivos países de origem em condições dignas e humanas. Para evitar a imigração “disfarçada”, o direito de asilo será exclusivamente concedido a quem demonstrar que se enquadra nesse regime, o reagrupamento familiar será suprimido e a naturalização obedecerá a critérios exemplares.Connosco, Portugal será português.



Prioridade total à Família



Consideramos a Família uma prioridade nacional. A Nação deve proporcionar aos pais portugueses os meios para escolherem livremente, sem restrições financeiras, entre o trabalho numa fábrica ou no escritório e a educação a tempo inteiro dos seus filhos. Com este objectivo, será atribuído ao pai ou mãe o salário de paternidade. As mães ou pais de família que se dediquem à educação dos seus filhos, conservarão todos os direitos sociais, à formação profissional e a uma reforma decente. Poderão também retomar a qualquer momento a sua actividade profissional. Connosco, Portugal terá valores.



Justiça e segurança para as pessoas honestas



Porque é a primeira das liberdades, a segurança dos Portugueses será restabelecida. Todos os crimes e delitos serão combatidos eficazmente, as penas aplicadas serão cumpridas, os bandos de delinquentes desmantelados e as nossas fronteiras serão rigorosamente controladas. As leis portuguesas devem ser aplicadas em todo o território nacional, inclusive nos bairros degradados e conflituosos, onde hoje a polícia não entra. Os crimes de sangue, tráfico de droga, violação de menores e de imigração ilegal devem ter penas adequadas. A Polícia e a Justiça terão os seus meios reforçados. Connosco, Portugal será seguro.


Apostar na formação profissional


O futuro dos jovens portugueses está comprometido porque, frequentemente, a falta de formação profissional os impede de obter um emprego. É preciso que os jovens portugueses tenham futuro. Para isso é necessário restabelecer, na escola e na universidade, as noções de trabalho e de mérito, condições indispensáveis para obter os diplomas com valor. A reabilitação do trabalho manual e o incremento da aprendizagem são igualmente fundamentais para permitir que cada jovem português tenha o seu emprego. Às empresas que admitam jovens no primeiro emprego serão garantidos benefícios fiscais. Connosco, Portugal terá futuro.

Salvar a agricultura e o campo


A retoma económica das nossas zonas rurais é urgente. Tal passa pela recuperação da agricultura (reforma da política agrícola, anulação das dívidas dos agricultores, recusa da Organização Mundial de Comércio) e pela diversificação das actividades, nomeadamente no sector terciário: desenvolvimento do tele-trabalho e do trabalho no domicílio. Fortes incentivos fiscais facilitarão a instalação de empresas no interior, permitindo assim criar empregos e combater a desertificação rural. O Estado garantirá a manutenção dos serviços públicos de proximidade (escolas, correios, mercados, polícias, hospitais, etc.) e assegurará a existência das linhas ferroviárias secundárias e de acesso ao interior do País. Connosco, Portugal será equilibrado.

Tornar os Portugueses proprietários



É imperioso realizar uma grande reforma fiscal: alguns impostos e taxas devem ser suprimidos (imposto sucessório, imposto de selo, etc.); outros devem ser reduzidos, como o IRS, Contribuição Autárquica, impostos camarários e contribuições sociais. As famílias portuguesas devem poder tornar-se proprietárias das suas habitações, por via de crédito bonificado a conceder em condições especiais, sobretudo a casais jovens. Tudo isto a par de uma verdadeira luta à corrupção, ao despesismo, e à evasão fiscal (de empresas e particulares).Connosco, Portugal vai prosperar.
Protecção social garantida aos Portugueses


Milhares de Portugueses não têm residência própria e fixa e outros milhares vivem no limiar da pobreza. Grande parte dos jovens com menos qualificações profissionais está no desemprego. Defendemos que a preferência nacional em matéria de ajuda social ou de atribuição de habitação social tem que ser instituída. Os baixos salários serão revalorizados de modo que a todos seja possível viver dignamente. Connosco, Portugal será justo.


Combater a corrupção política


A moral será restabelecida na vida nacional. Os procedimentos de controlo dos mercados públicos e de utilização de fundos comunitários serão reforçados. Aos políticos corruptos serão retiradas imunidades e esses crimes punidos com penas de prisão, sendo os corruptos impossibilitados de voltar a desempenhar cargos públicos. As redes mafiosas de corrupção serão fortemente penalizadas e o branqueamento de capitais não será tolerado. Os responsáveis públicos, em vez de se servirem dos seus cargos para proveito próprio, voltarão a dar o exemplo e a servir o interesse nacional. Connosco, Portugal será transparente.

Garantir as pensões de reforma


O futuro das reformas dos Portugueses deve, antes de mais nada, ser garantido também pelo aumento da natalidade. É o objectivo da política familiar que propomos a destino, nomeadamente com a criação do salário de paternidade. Por outro lado, a generalização do sistema de reforma por capitalização dará a cada um a possibilidade de completar a sua reforma de base. Será atribuída a liberdade de fixar a idade de reforma. Por fim, a segurança social permitirá aos nossos compatriotas mais modestos beneficiar em todas as circunstâncias de uma reforma condigna e decente. Connosco, Portugal será solidário.

Salvaguardar o ambiente e a natureza



Instituiremos legislação que garanta a protecção de lugares naturais, culturais e históricos. Uma verdadeira concertação de eleitos locais, associações de defesa do património e da natureza e populações será organizada para discussão de todos os projectos, de modo a obter uma inserção harmoniosa no meio ambiente. Uma política de recuperação das paisagens naturais, nomeadamente frente ao mar e na montanha, será sistematicamente levada a cabo. Campanhas anti-poluição financiadas segundo o princípio “quem polui paga” devolverão a pureza às águas dos nossos rios e ribeiras. A especulação incendiária será combatida e os incendiários metidos na cadeia. Os animais serão protegidos e a fauna selvagem, muitas vezes sacrificada, será objecto de atenção particular. Connosco, Portugal será ambientalista!

segunda-feira, março 03, 2008

E AGORA, JÁ ACREDITAM ?

Quando acusámos esta Europa de seguir subserviente os ditames de Washington, quando denunciámos que, neste velho continente, certos governos apenas tinham olhos e ouvidos para o que a Casa Branca lhes ordenava, nessa altura fomos apelidados de tudo e mais alguma coisa. Valeu tudo desde a simples "má-fé" ao epíteto de pró islamitas e o mais que o valha.
Hoje estou curioso de ver com que termos nos vão brindar esses intelectuais burgueses, pseudo-nacionalistas e pró-sionistas que vêem no tio sam o defensor do ocidente e, por arrasto os governos que o apoiam nesta triste Europa, quando apontamos o dedo, a esses mesmos governos que se proclamam como representantes de países desta união que se diz europeia, acusando-os de voltarem a fazer a vontade ao imperialismo ianque, desta vez reconhecendo pressurosamente o aborto que se intitula a si mesmo de nação independente: o Kosovo - étnicamente Islâmico.
Não vamos perder tempo a repetir aqui, aquilo que já foi demonstrado até à exaustão, sobre o erro crasso que é este passo, apenas imposto pelas congeminações geo-estratégicas da camarilha Bush & Co. Apenas pretendemos alertar para o tremendo precedente que se está a criar.
Os "senhores" desta Europa serão os responsáveis pelo florescer de futuros kosovos em solo Europeu. Quando em suas "casas" uma, por agora, minoria alienígena, aumentar exponencialmente em termos demográficos, através da sua extrema fecundidade reprodutora, e isto aliado à invasão de mais elementos estranhos à nação em causa, reclamar (quando maioria étnica) o território em que vive para criar o "seu estado" independente, que farão então ?
Quando tal acontecer - o que decerto acontecerá se esta Europa não despertar - vão sentir na pele o que hoje indigna qualquer Sérvio que se preze de o ser e amar a sua terra ancestral.
Talvez então lamentem ter dado ouvidos ao "amigo americano" e de lhe servirem de capatazes nos seus actos de rapina. Mas aí já será tarde.
Nós cá estaremos para vos perguntar :


- E AGORA, JÁ ACREDITAM ?

segunda-feira, fevereiro 25, 2008



Com a devida reverência ao Blog REVERENTIA LUSA efectuamos ao dito o "roubo" deste artigo sobre a "independência" do Kosovo e, desde já pedimos desculpa ao HNO pela nossa irreverência.
ARRANCARAM O CORAÇÃO DA SÉRVIA :Tantas vezes nesta tribuna escrevi sobre a orgulhosa Sérvia que não poderia deixar passar a data de ontem sem um comentário, mais entre os tantos já proferidos, naturalmente. Este é, todavia, sentido. Gosto da Sérvia (como o disse aqui tantas vezes) e como nacionalista não posso deixar de lamentar a trama urdida por vende pátrias contra tão orgulhoso povo. São, uma vez mais, os sinais destes tempos de esterco em que vivemos... Ontem, se por acaso ainda não deram conta, venceu o fundamentalismo islâmico no coração da Europa e teve por "padrinho" o seu visceral inimigo: os EUA Serão mesmo? Ou é só uma forma de chatear uns quantos incómodos?) .
Paradoxal? Talvez não, ou simplesmente burrice na qual os EUA tão pródigos são (não nos esqueçamos que quer Ben Laden - que nos anos 90 andou pela Albânia a estimular o "democrático e valoroso" UÇK -, quer Saddam foram seus aliados, e veja-se o que aconteceu...). Será que mais uma vez os cowboys, verdadeiros anti-Midas já lançaram as sementes de mais uma colossal cag*** que em breve virará a criatura contra o criador? De qualquer dos modos este Estado islâmico - prenúncio da Grande Albânia em formação - será um problema dos europeus e não, obviamente dos américas. Os governantes europeus, solicitos e rastejantes, quais carneiros ou cães bem treinados seguiram a voz do mestre e ei-los prontos a abençoar esta aberração (nem todos os países, é certo, mas isso pouco importará face às novas disposições do famigerado Tratado de Lisboa).
São curiosas as propostas de bandeiras do novo "estado", desde a cópia da mãe Albânia, passando por uma de imitação da do Tio Sam até à actual de influência da UE, nelas se espelha a realidade desta aberração: uma terra albanesa (que nunca foi na sua história um estado independente ou autónomo e que foi vítima de uma cuidade política de colonização que conduziu ao que vemos [hoje Kosovo, amanhã Cova da Moura, já se disse com ironia mas com profética perigosidade]), apadrinhada pelos EUA e UE com o único intuito de lixar (com F grande) a Sérvia. É óbvio que aquele paraíso de traficantes é uma realidade mais do que artificial, é óbvio que tem razão a Sérvia ao clamar a ilegalidade do acto que viola todas as normas do direito internacional.
Cultural, religiosa e historicamente aquela terra é Sérvia (não haverá quem, bem intencionado, o possa negar), é mesmo o seu coração ou alma, por isso a martirizada Sérvia teve que ser amputada deste elemento. Na batalha do Kosovo, ironicamente, se lançou a resistência europeia de séculos ao Islão. A história explicará porquê... mas como já aqui escrevi, ainda nos vamos "rir" muito.
P.S. Parece que a UE mudou para o ramo da alfaiataria, dos factos (não dos fatos) à medida, o Kosovo será independente porque é uma situação especial (única e irrepetível, acrescento eu...) e por tal facto não se viola o princípio da inviolabilidade territorial que, aquele gangue de malfeitores, sempre defendeu e defenderá excepto, claro está, no caso da Sérvia, qual pária que urge eliminar.
São uns comediantes, para não dizer o que verdadeiramente queria mas que infrigiria as normas da boa educação...
(in REVERENTIA LUSA - http://reverentia-lusa.blogspot.com/)










O PNR não reconhece a independência do Kosovo, declarada unilateralmente e apoiada por parte da comunidade internacional do Ocidente, já que configura um acto de violação do direito internacional, desta vez contra a Sérvia, nação com a qual o PNR se solidariza e apoia, alertando ainda para o perigo da kosovização cujo precedente foi agora aberto.
Depois da invasão do Iraque, os EUA violam novamente o direito internacional, de modo impune, apadrinhando agora uma “independência” muçulmana na Europa e contando também com o apoio subserviente de vários países europeus. É neste panorama que se observam situações caricatas onde, em manifestações, muçulmanos ostentam a bandeira da “inimiga” América.
Deste modo, ao patrocinarem a independência kosovar, os EUA e a EU, além de desrespeitarem a Sérvia - nação soberana - estão a apoiar a afirmação muçulmana na Europa.
Esta declaração de independência, promovida pelos “polícias” do mundo, além de ilegal e irresponsável, abre uma crise política e diplomática de consequências muito graves e imprevisíveis.
Importa ainda não esquecer que as políticas irresponsáveis de imigração, levadas a cabo pelos países europeus, estão a minar a própria Europa e levarão a que a traição hoje cometida contra a Sérvia venha a verificar-se amanhã contra uma outra nação europeia qualquer.
O PNR responsabiliza assim os Estados Unidos da América e a União Europeia pela traição cometida contra a Sérvia e pelas consequências futuras para a História da Europa, alertando também para o perigo da kosovização em diversos países europeus, nomeadamente em Portugal se continuarem com estas políticas suicidas de imigração.
Comissão Política Nacional










To: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República


PETIÇÃO PELO REFERENDO AO TRATADO DE LISBOA
O Tratado de Lisboa, também designado como Tratado Reformador, marca um momento decisivo na história dos cidadãos europeus. Mas a quase totalidade das pessoas desconhece o Tratado que lhes determinará muito da sua vida.
A nós, portugueses, foi prometida informação, esclarecimento e possibilidade de escolha. Foi prometido no programa eleitoral do Partido Socialista e solenemente reiterado no Programa de Governo. E o prometido é devido!
Os portugueses têm o direito a conhecer e a escolher o que determina as decisões fundamentais. Aquelas que têm a ver com a política monetária, com implicações no emprego e nas políticas orçamentais, com a protecção ambiental e a identidade marítima do país, com soluções de paz para conflitos internacionais.
Queremos que se cumpra a promessa do referendo e que cada eleitor exerça o seu direito democrático de dizer sim ou não.
Assim, cumprindo os preceitos constantes da Lei Orgânica do Regime do Referendo, Lei 15-A/98 de 3 de Abril, propomos a realização de um referendo sobre algumas das matérias fundamentais do Tratado de Lisboa com as seguintes três perguntas:
1.Concorda que a gestão dos recursos biológicos do mar seja uma competência exclusiva da União Europeia?
2.Concorda que o Parlamento Europeu não possua nenhum mecanismo de tutela sobre o Banco Central Europeu (BCE), de forma a influenciar a condução da sua política monetária?
3.Concorda que os Estados-membros reforcem progressivamente as suas capacidades militares, no âmbito dos compromissos com a NATO?
Sincerely,
NÃO DEIXE PARA AMANHÃ PARA ASSINAR ESTA PETIÇÃO !!!
JÁ AGORA VISITE REFERENDO AO TRATADO EM: http://www.referendoaotratado.blogspot.com/

Quere-me bem parecer que a postura erecta de uma pessoa incomoda, sobremaneira, a muita gente que por aí assentou arraial.É certamente, uma questão de coluna. Porque habituados a uma vidinha, levada adiante, na mesquinhez dos seus dias, sempre curvados, servientes e obrigados, ficam confusos quando deparam com outrém convicto do seu ideal. Que mantém a cerviz direita e, principalmente que não abdica dos seus princípios, não pactua com compromissos impossíveis, ou que se recusa a hipotecar a sua fidelidade ao que jurou defender em troca de uma miragem de um hipotético sucesso.Habituados a viver dobrados, embora o neguem peremptóriamente, em eterno receio das entgidades da repressão, são vítimas de raquitismo mental. Torna-se óbvio que nessa posição o seu campo de visão não vá muito longe. Daí os seus horizontes serem tão restritos. Assustam-se quando alguém descreve espaços mais vastos e aponta metas mais amplas. Ficam estarrecidos perante a iniciativa e a ousadia. Assim numca pensaram em erguer-se. Pelo contrário, combatem surda e hipocritamente quem deles se diferencia em estatura, exigindo a quem tal ousa que se baixe até ao seu tamanho de anões.Uns agigantam-se em tempos de acalmia e gabam-se dos seus actos heróicos. Incomodam, assediam e perseguem quem os ignora ou não lhes rende vassalagem. Mas quando se levanta a tormenta é vê-los à procura de abrigo, fundeando em águas mais calmas até que passe a borrasca.Outros proclamam-se defensores de causas. Mas quando é tempo de demonstrarem o seu valor, escolhem estranhas formas de combate que mais se parecem com o que dizem repudiar.Todos são céleres em sabotar o trabalho alheio. Acusam de elitismo e divisionismo quem, num assomo de honesta preocupação, denuncia que “o rei vai nu”.Persignam-se três vezes como se vissem o diabo perante o espectro do Nacional Socialismo.Assim são os anões que nos calharam em rifa. “Gente de bem” que apenas, lá bem no fundo, querem viver as suas vidinhas com as suas alminhas burguesas em paz.








PNR acusa PCP de mentir aos portugueses11-Fev-2008
O Partido Nacional Renovador acusa o PCP de mais uma mentira e hipocrisia descaradas, que aliás têm sido uma constante a pautar a sua actuação política.
Desta feita, vem esse partido comunista
vangloriar-se de uma “vitória” e de uma demonstração de força e firmeza que teria contribuído para o recuo do Tribunal Constitucional ao suspender a exigência de prova de que os partidos têm um mínimo de 5.000 militantes.
Os comunistas do PCP vêm assim iludir as pessoas, com as suas habituais mentiras, dizendo que a convocação da “Marcha – Liberdade e Democracia” convocada para dia 1 de Março foi um importante contributo para a suspensão da Lei por parte do TC.
Em resposta a essa infâmia o PNR vem assim repor a verdade com as seguintes considerações:
1. O PCP aprovou a lei e, em concreto, este artigo que impõe a existência de 5.000 filiados, sendo por isso tão responsável como os restantes quatro partidos com assento na Assembleia da República na aprovação dessa iníqua lei;
2. O PCP não revelou a menor sensibilidade perante esta ameaça de extinção administrativa de vários partidos políticos não se dignando receber ou, ao menos, responder ao pedido de audiência por parte da “plataforma dos partidos sem representação parlamentar”;
3. A sensibilização da opinião pública e das diversas instituições políticas bem como a consequente suspensão e provável alteração da lei, deve-se exclusivamente à pronta intervenção e combate dos partidos sem representação parlamentar.
Deste modo, o PNR condena o vergonhoso aproveitamento político e a hipocrisia habitual do PCP.
Comissão Política Nacional

















" Luis Filipe Scolari perguntou com o seu ar ingénuo e matreiro se o burro era ele, e todos assumimos que não. Ele não é, mas há muitos burros em Portugal. No nosso País os burros contam-se aos milhões e têm um perfil generalista fácil de descrever. O burro português não é parente do burro mirandês, uma espécie em vias de extinção. Goza de boa saúde e está em crescimento contínuo. Caracteriza-se por pertencer à classe à classe média ou média baixa, ser trabalhador por conta de outrém ou ter uma pequena empresa, ser honesto, pagar os seus impostos e cumprir as leis, mesmo quando são absurdas ou injustas. É generoso, pratica graciosamente o voluntariado nos Corpos de Bombeiros ou nos Institutos de Solidariedade Social e vai às vezes à bola aos domingos onde desabafa o que lhe vai na alma.
O burro português reconhece-se pelo seu comportamento.
Quando o Governador do Banco de Portugal aparece co ar seráfico e compugido a pedir mais sacrifícios aos abonados portugueses que ganham 500 euros por mês, quando ele é miserávelmente remunerado com mais de 280.000 euros por ano, o que equivale a duas vezes mais do que o ordenado do Presidente da Reserva Federal Americana (FED), em termos nominais e cinco vezes mais em termos reais, o burro portuês acata.
Quando o País é invadido por chusmas de emigrantes sem controlo, transformando-se numa cloaca do mundo, onde desaguam prostitutas, mendigos, ladrões e exploradores de crianças, com lucros imensos para as máfias e gáudio do Bloco de Esquerda e demais esquerda trufada, o burro português aceita.
Quando o território nacional é retalhado em território de gangs e as forças de segurança, mal pagas insultadas e humilhadas, conseguem mesmo assim deter algum gatuno, violador ou assassino, logo um juíz com olhar lânguido os põe em liberdade, escudado na lei que um Sr. Costa abonou com a cumplicidade acritica e abúlica da Assembleia da República, o burro lusitano admite. Quando os magros aforros de alguns, conseguidos à custa de sacrifícios e privações inenarráveis, são confiados ao Ministério das Finanças e este, com leis que insultam a ética, retira retroactivamente com uma mão o que solenemente prometeu com a outra, o burro autóctone anui.
Quando um «companheiro de viagem» do tristemente célebre Vasco Gonçalves desmantela o Serviço Nacional de Saúde, o burro nacional protesta um pouco mas acaba por se acalmar.
Somos um país de brandos costumes e a incapacidade visceral que revelamos em afrontar a injustiça e a ignomínia faz com que Portugal seja um paraíso para espertalhões e habilidosos que com displicência nos concedem o direito a ser por eles pastoreados, recolhendo obviamente lautos frutos, pelo seu desvelo.
À pergunta de Scolari, os tais portugueses médios, trabalhadores, discretos e sérios poderão sempre responder os burros somos nós. Mas tal franqueza pouco consolo trás porque os horizontes que se perfilam face a esta conduta serão, cada vez mais e inexoravelmente, o espelho da nossa asfixia e impotência. "
(Alberto do Amaral, in Arquivos Indiscretos, Semanário O DIABO de 12/02
/08)
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quarta-feira, fevereiro 06, 2008

PNR SOLIDÁRIO COM AS AFIRMAÇÕES DE MARINHO PINTO


PNR solidário com as afirmações de Marinho Pinto


O Partido Nacional Renovador (PNR) vem tornar pública a sua solidariedade com o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, no que se refere às recentes afirmações feitas à Antena 1, mas espera que ele vá bem mais além prestando um serviço público com a concretização dessas afirmações.
Marinho Pinto ao denunciar que há uma criminalidade do mais nocivo para o Estado e para a sociedade e que esta é praticada por intocáveis no poder, está a dizer em voz alta evidências que toda a gente vê e, de facto, nem precisa de referir nomes porque está a fazer uma denúncia política e não judicial. De igual forma não precisaria de referir nomes se proclamasse que há muito tráfico de droga.
Mas, uma vez que, dizer há corrupção é coisa que toda a gente sabe fazer, Marinho Pinto devia concretizar um pouco mais, pois ele tem acesso a informação que o vulgar cidadão não tem. E, se quer dar a ideia que "confronta o sistema", então que assuma o confronto e vá em frente.
Também o PNR tem vindo sistematicamente a denunciar a corrupção, a promiscuidade e o despudor reinante na classe política, bem como a total impunidade destas situações e dos seus autores. Não nos cansamos de dizer que andamos a ser roubados por uma classe de políticos e governantes que só pensa em “governar-se” a si mesma.
Assim, o PNR não reconhece que sejam graves as afirmações do Bastonário, considerando que, pelo contrário, graves são as situações de corrupção e criminalidade praticadas por intocáveis que se escudam em super poderes de fins inconfessáveis como a maçonaria ou o Clube dos Biederbergs, e afirma a sua solidariedade com o Bastonário, esperando que este preste um serviço à Nação indo bem mais longe e enfrente o sistema até às últimas consequências.

PNR denuncia hipocrisia e contradição em torno da xenofobia

O PNR, Partido Nacional Renovador, considera grave e ofensivo que, num país onde o governo fecha centros de saúde, hospitais e maternidades, o comissário político Rui Marques, nomeado pelo governo como representante profissional das minorias étnicas, venha congratular-se por haver 71 centros de apoio a imigrantes, como manifestou em visita a um desses centros no Concelho da Lousã.

Assim, enquanto o governo fecha gradualmente o país aos portugueses - desertificando o seu interior e criando graves injustiças - empenha-se em apoiar a imigração que nesse mesmo Concelho já constitui 15 % da população.Estranhamos também que, sendo Rui Marques considerado um especialista em imigração e tendo afirmado que não há nenhuma reacção xenófoba séria em Portugal desde os anos 90, o nosso dirigente Vasco Leitão esteja há quase 10 meses em prisão domiciliária num processo político em que é usado justamente aquele pretexto completamente descabido.
Ainda quanto a reacções xenófobas, já Barra da Costa avisava em 2001 dizendo que existem cerca de 8500 jovens em gangues, 56 por cento dos quais de origem africana e que esta semana voltaram a ser notícia com dois homicídios em Rio de Mouro.
Estes casos sim, são reacções xenófobas, anti-portuguesas e perigosas, e contra as quais o PNR tem propostas muito concretas: policiamento, julgamento, repatriamento.Comissão Política Nacional


30 de Janeiro de 2008

segunda-feira, janeiro 28, 2008


PARA MEDITAR (10)
A nacionalidade, ou melhor, a raça, não depende da língua mas do sangue।
PARA MEDITAR (9)
A condição essencial para a existência durável de uma humanidade superior não é o Estado mas a raça, já que só esta possui as qualidades requeridas.

PARA MEDITAR (8)
O Estado actual, que se preocupa pouco em ter cidadãos saudáveis, negligenciou de maneira criminosa esse dever. Deixa que a juventude se corrompa nas ruas e em lugares imorais em vez de a orientar e de promover a sua formação física com vista a obter adultos sãos e robustos.


PARA MEDITAR (7)
Se reconhecermos que o primeiro dever do Estado que está ao serviço do povo e só tem em vista o seu bem é conservar os melhores elementos da raça, de os proteger e de favorecer o seu desenvolvimento, então concluiremos logicamente que a sua missão não se limita ao nascimento de crianças dignas do povo e da raça, mas que deve proporcionar-lhes ainda uma educação que fará delas membros úteis à comunidade e capazes de contribuir para o seu crescimento.
Uma vez que o conjunto do rendimento intelectual dos indivíduos é função directa das qualidades raciais, a educação de cada um deve ter em vista em primeiro lugar a manutenção e o desenvolvimento da saúde física. Na imensa maioria dos casos, um espírito são e enérgico só se encontra num corpo são e vigoroso. O facto de homens de génio serem por vezes de compleição pouco robusta ou até enfermiça não desmente esse princípio. Trata-se de excepções que, como sempre, confirmam a regra. Mas se um povo é composto na sua maioria de homens fisicamente degenerados, é raríssimo surgir desse lodaçal um espírito verdadeiramente grande. Em todo o caso, a sua influência não conhecerá nunca grande sucesso. Ou porque essa plebe de degenerados não é capaz de compreender ou porque tem tão pouca força de vontade que não consegue seguir o voo da águia.


PARA MEDITAR (6)
Não, não podemos ter a menor ilusão: a nossa burguesia actual não serve para nenhuma das nobres missões que incumbem à humanidade; sem a menor profundidade, é também demasiado vil, em minha opinião menos por maldade que por uma incrível indolência e por tudo o que daí resulta. É que os clubes políticos que gozam a vida com o nome de “partidos burgueses” não são mais que associações de interesses formados por certos grupos profissionais e certas classes; a sua finalidade principal é defender tão bem quanto possível os interesses mais egoístas. É evidente que semelhante corporação de “burgueses” políticos é absolutamente incapaz de conduzir uma luta, sobretudo quando o adversário recruta os seus, não com porta-moedas, mas entre as massas proletárias levadas à revolta por incitamentos violentos e decididas a tudo.

PARA MEDITAR (5)
Quando uma geração sofre de males que conhece e com os quais se resigna e se limita como acontece com o mundo burguês quando diz que nada se pode fazer para o remediar, semelhante mundo está condenado à ruína. O que caracteriza a nossa sociedade burguesa é que não nega esses males. Sente-se obrigada a confessar que há muitas coisas podres e más, mas não é capaz de reagir contra o mal; não tem força para mobilizar um povo de sessenta ou setenta milhões de homens e de lhe inspirar aquela energia desesperada que o levará ao último esforço para deter o perigo. Pelo contrário: se tal campanha surge noutro país, inspira-se em comentários imbecis e demonstra teoricamente que a tentativa não terá êxito, que o seu sucesso é inconcebível. Não há argumentos, por mais idiotas que possam ser, que tais pigmeus não invoquem para justificar a passividade e a fraqueza intelectual e moral.


PARA MEDITAR (4)
(o Estado)...deve velar para que a fecundidade da mulher sadia não seja limitada pela infecta política financeira de um sistema de governo que do dom do céu de ter uma descendência numerosa, faz uma maldição para os pais. Deve pôr termo a essa indiferença preguiçosa, criminosa mesmo, em relação a condições sociais que permitem a formação de famílias prolíferas e que cada um sinta o dever de proteger intransigentemente esse bem inestimável para um povo. A sua atenção deve centrar-se mais na criança que no adulto.


PARA MEDITAR (3)
O homem surdo à voz dos instintos que desconhece as obrigações impostas pela natureza não deve contar com correcções enquanto não substituir clara e inteligentemente as sugestões do instinto perdido; cabe então à inteligência levar a cabo o necessário trabalho de regeneração. No entanto, é de recear que o homem, uma vez cego, continue a abater as barreiras que separam as raças até se perder definitivamente o que havia de melhor. Então, nada mais restará que uma massa informe, de que os famosos reformadores dos nossos dias fazem um ideal; essa mistura informe significaria a morte de todos os ideais deste mundo. Poderia formar-se um grande rebanho, poderia fazer-se desse cultivo um animal gregário, mas nunca de semelhante mistura sairia um homem que fosse um pilar de civilização e menos ainda um fundador ou um criador de civilização. Haveria que admitir então o completo fracasso da missão da humanidade.

PARA MEDITAR (2)
. No Estado de paz e ordem dos nossos dias, como gostam de lhe chamar os seus defensores, os bravos nacionais-burgueses, seria um crime retirar a sifilíticos, tuberculosos ou outros seres atingidos de taras hereditárias, a disformes e cretinos, a faculdade de procriarem; em contrapartida, incitar milhões de seres perfeitamente sãos a não procriarem não é considerada uma má acção, não choca os bons costumes desta sociedade hipócrita e até lisonjeia a sua miopia e preguiça mentais.


PARA MEDITAR (1)
o Estado é um meio de atingir um objectivo. A sua missão é preservar e favorecer a evolução de uma comunidade de seres física e moralmente da mesma espécie. Deve manter em primeiro lugar os caracteres essenciais da raça, condição do livre desenvolvimento de todas as faculdades latentes na mesma.

Acerca de mim

A vida por vezes não nos dá o que queremos mas temos de lutar para conseguir o que desejamos!!!!